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Jovens Conectados - Parabéns por 1 ano de evangelização!!!


“Vós não tendes apenas uma história gloriosa para recordar e narrar, mas uma grande história a construir! Olhai o futuro, para o qual vos projeta o Espírito a fim de realizar convosco ainda grandes coisas” (João Paulo II)

Caros irmãos da equipe do Jovens Conectados,

Com muita alegria celebramos em unidade com a Igreja e com o projeto de Deus para a evangelização, 1 ano de existência do site
www.jovensconectados.com.br.

Neste sábado dia 03 de Dezembro em que a Igreja celebra São Francisco Xavier que ao lado de Santa Terezinha é patrono universal das missões, voltamos nosso olhar para este apostolado que tão bem reproduz o envio de Jesus Cristo aos apóstolos: Ide e anunciai o Evangelho a toda criatura.

Nesta dinâmica, reconhecendo a missionariedade da Igreja e sua missão de conduzir toda a humanidade à salvação, a juventude do Brasil, por inspiração do Espírito Santo lança o site Jovens Conectados que, conforme descrição no portal, foi concebido para ser um portal para o jovem conhecer as diferentes formas de viver a juventude a partir da mensagem de Cristo. O site divulga notícias sobre as atividades de todas as expressões eclesiais (pastorais, movimentos, congregações, novas comunidades e organismos) ligadas ao trabalho com os jovens. Além disso, divulga também os trabalhos da própria Comissão para a Juventude e do Setor Juventude de cada diocese. No site, também são publicadas notícias gerais de interesse dos jovens, além de artigos, vídeos e arquivos para download.

Esta feliz iniciativa é uma resposta aos desafios atuais da evangelização. Hoje, a dimensão e proporção da informação fundamentada na fé católica, na sã doutrina e na verdade imutável do evangelho, necessita urgentemente não somente de palavras bonitas e bem colocadas, textos profundos ou informações veinculadas, mas aliado a tudo isso necessita de testemunhos vivos de tudo que é propagado. O mundo hoje carece de "notícias vivas", de "formações vivas", de "anúncios vivos" da Boa Nova de Cristo que hoje rompe as barreiras físicas e terriroriais da Igreja, estabelecendo um novo múnus pastoral no meio virtual, onde nós somos chamados a ser construtores, mantenedores e defensores deste múnus.

Neste aspecto, segue a nossa gratidão e oração pelo belo trabalho de orientação e formação de todos os envolvidos na Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da CNBB, aos Bispos, ao Padre Carlos Sávio, Assessor Nacional do Setor Juventude CNBB e a toda a equipe envolvida na elaboração, atualização e divulgação do site.
Junto aos jovens procuram ser um meio através do qual eles se percebam como filhos amados de Deus e irmãos de todos, capazes de entender e acolher com alegria a Boa-Nova que transforma a partir de dentro de cada um e ao seu redor. (Domumento 85 - CNBB)

Um agradecimento todo especial também aos jovens de todas as idades que acessem, comentam, divulgam e participam do site e a todos os que foram alcançados pelo amor de Deus através deste veículo de comunicação e hoje se unem à Igreja Católica formando com Cristo um só corpo, um só coração com uma só missão.

Concluímos aqui nosso agradecimento relembrando as palavras de Dom Washington Cruz, Arcebispo Metropolitano de Goiânia: "A Igreja está viva, ela é jovem e portadora de luz e esperança para o mundo de hoje."   Vocês são testemunhas disso e testemunham essa realidade. Muito obrigado pela docilidade ao Espírito Santo e a parresia própria daqueles que um dia foram tocados pela luz do Ressuscitado e que fazem do espaço virtual uma terra de missão da qual serão gerados muitos frutos para a Igreja, para Deus e para o Céu!!!!

Deus os abençoe!

Estaremos sempre conectados pelo Amor de Deus.

Fabiano, Marta e Tobias

Beatos Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi - O chamado à santidade no casamento


"Quando um homem e uma mulher se tornam um só no matrimônio, eles deixam de ser vistos como criaturas terrestres: tornam-se a própria imagem de Deus". Nunca houve uma personificação mais plástica destas palavras de São João Crisóstomo do que os cônjuges Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi, o primeiro casal beatificado na história da Igreja.

Beatos não “apesar do casamento”, mas precisamente por causa dele. O casal não foi elevado aos altares por ter fundado alguma congregação missionária, mas simplesmente porque viveu o casamento como um caminho concreto para a santidade e para Deus.

A data de celebração do casal beato na diocese de Roma é 25 de novembro, aniversário do casamento celebrado em Santa Maria Maggiore em 1905. Em fevereiro de 1994, foi iniciada no Tribunal para a Causa dos Santos do Vicariato de Roma a causa da canonização. João Paulo II beatificou-os em 21 de outubro de 2011, no vigésimo aniversário da Familiaris Consortio.

Justo nos dias em que o Vaticano realiza a Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, que aborda o trigésimo aniversário da fundação do dicastério, foi realizada no Capitólio romano, neste 25 de novembro, a conferência Cidadãos autênticos: nos passos de Maria e Luigi.

O encontro, dez anos após a beatificação do casal, procurou chamar a atenção para um aspecto que vai além do cristão e educativo: o ético e civil, enfatizando a contribuição que Luigi e Maria deram à cidade de Roma e a toda a Itália como "cidadãos autênticos".

“Quando falam dos meus pais, as pessoas sempre falam de casamento, família, educação dos filhos”, disse Enrichetta Beltrame Quattrocchi, quarta e última filha do casal, convidada especial da conferência. “Mas nunca falam da vida deles como cidadãos, que foi intensa".
“Por isso nós optamos pela Capitólio”, continuou Enrichetta, incansável aos 97 anos de idade. “Porque é um lugar de profundo valor institucional e de vínculo significativo com os cidadãos, mas principalmente porque eu me comovi quando o papa Bento XVI, em 9 de março de 2009, na hora de saudar os romanos destacando as glórias de Roma, nomeou os santos que trabalharam por esta cidade e, entre eles, os meus pais”.

Entre os muitos e ilustres convidados do encontro, estão Dom Luciano Suriani, delegado das Representações Pontifícias; Dom Paolo Mancini, vigário para a pastoral familiar da diocese de Roma; Marco Pomarici, presidente da Assembleia Capitolina; Salvatore Martinez, presidente da Renovação Carismática italiana; Maria Voce-Emmaus, presidente do movimento dos Focolares, e muitos outros.

“Maria e Luigi foram exemplos vivos de como a vida cotidiana pode concretizar o chamado à santidade, que é a medida da vida cristã diária”, disse Dom Suriani . “Cinquenta anos atrás, o Concílio Vaticano II lançou um apelo à santidade da família e ele se realizou graças aos dois beatos. Precisamos que todas as famílias do nosso tempo, a exemplo deles, também se tornem pequenas igrejas, verdadeiras escolas de oração”.

É uma missão que os Beltrame realizaram plenamente como esposos e pais, como fica demonstrado pelo fato de que os quatro filhos, ao crescerem, sentiram o chamado de Deus à vida religiosa: Filippo (Don Tarcisio) é padre diocesano; Stefania (irmã Maria Cecilia) é freira beneditina; Cesare (padre Paolino) é monge trapista, e Enrichetta, a caçula, é leiga consagrada.

Mas também é uma missão que se concretizou no engajamento civil, no respeito pela democracia, pelas instituições, pela cidade, no próprio trabalho (Luigi era advogado e Maria era escritora e enfermeira) em benefício da sociedade, particularmente dos pobres, doentes e aflitos.

Antonio Conte, presidente da Ordem dos Advogados de Roma, falou precisamente sobre isto: "Luigi Beltrame Quattrocchi nos oferece uma imagem do advogado, talvez menos comum hoje em dia, mas essencial para a compreensão da função de quem é ad-vocatus, ‘chamado com’, ‘chamado junto de’, para aqueles que precisam de assistência. Esta belíssima profissão se transforma em serviço puro, humanidade, santidade para a Igreja, se for acompanhada de um inclinar-se diante do homem para compartilhar, para carregar os fardos juntos com os oprimidos, para alegrar-se com aqueles que estão em festa. Ser ‘humano’ desta forma é algo que torna o advogado uma pessoa que tem uma missão na sociedade civil. Eu diria que esses elementos fizeram do advogado Beltrame Quattrocchi uma pessoa que realmente viveu o carisma da sua profissão, infundindo a alma cristã na atividade que realizava".

Também foi apresentada durante o encontro a Associação A.Mar.Lui, nascida por desejo da filha Enrichetta e presidida por Attilio Danise e Giulia Paola di Nicola, voltada principalmente aos cônjuges e namorados, mas aberta a todos: solteiros, sacerdotes, religiosos e todos aqueles "que desejem alimentar um espírito de família na Igreja e na sociedade, estar perto das famílias e das suas necessidades", como explicaram os presidentes.

Para selar o dia cheio de memórias e de emoções, foi oferecido o recital Uma auréola para dois, dedicado à vida dos beatos, na Domus Mariae de Roma, reunindo na mesma noite todos os participantes do encontro, inclusive famílias de diversas regiões italianas, membros da A.mar.Lui. e dos Focolares, assim como os participantes da reunião da CEI (Conferência Episcopal Italiana) sobre os 30 anos da Familiaris Consortio.

Fonte: ZENIT

CNBB adverte sobre uso indevido de termos da doutrina católica por grupos que enganam os fiéis


Em nota pastoral emitida nesta quarta-feira a presidência da Conferência Nacional dos bispos do Brasil CNBB realizou uma advertência sobre algumas questões relativas ao uso indevido dos termos: católico, igreja católica, clero e outros por parte de grupos que se auto proclamam católicos enganando os fiéis.

“A CNBB, na defesa da verdade e da liberdade, considerou oportuno publicar a presente Nota Pastoral, destinada aos membros do episcopado, do clero, aos religiosos e a todos os fiéis leigos”, destaca a missiva dos bispos brasileiros em seu primeiro parágrafo.

“O uso de nomes, termos, símbolos e instituições próprios da
Igreja Católica Apostólica Romana, por outras denominações religiosas distintas da mesma, pode gerar equívocos e confusões entre os fiéis católicos. Nestes casos o uso da palavra “católico”, “bispo diocesano”, “vigário episcopal”, “diocese”, “clero”, “catedral”, “paróquia”, “padre”, “diácono”, “frei”, pode induzir a engano e erro”.

“Pessoas de boa vontade podem ser levadas a frequentar tais templos, crendo que se tratam de comunidades da Igreja Católica Apostólica Romana, quando na verdade não o são. Por essa razão a Igreja tem a obrigação de esclarecer e alertar o Povo de Deus para evitar prováveis danos de ordem espiritual e pastoral”, esclarece a nota.

“Assim, temos o dever de alertar os fiéis católicos para a existência de alguns grupos religiosos, como é o caso da autointitulada “igreja católica carismática de Belém” e outras denominações semelhantes, que apesar de se autodenominarem “católicas”, não estão em comunhão com o Santo Padre,
Papa Bento XVI, e não fazem parte da Igreja Católica Apostólica Romana”.

A mencionada “igreja católica carismática de Belém” é um grupo que se apresenta no seu site oficial como “uma igreja fiel à Tradição, à
Bíblia Sagrada e ao Magistério dos Padres da Igreja”, e que se proclama “uma Igreja ecumênica pois nos sentimos parte da Grande Igreja Católica” e ao mesmo tempo “uma Igreja unionista”, que engana os fiéis ao dizer que “reconhece a autoridade do Patriarca de Roma, o Santo Padre o Papa, dos Patriarcas, dos cardeais, arcebispos, bispos, padres e diáconos da Grande Igreja Católica Apostólica, formada pelas Igrejas Católicas Romana, Ortodoxas, Anglicanas, Vetero-Católicas e Nacionais”.

Este reconhecimento de um plural de autoridades contradiz inteiramente a doutrina da Igreja Católica, que na Constituição Dogmática Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, definiu que “a única Igreja de Cristo, que no Credo confessamos ser una, santa, católica e apostólica” subsiste “na Igreja católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em união com ele”.

Talvez a maior aberração que distancia a “igreja” carismática de Belém da sã doutrina e da disciplina da Igreja Católica seja o fato de que “ordenem” homens casados para o sacerdócio.

“Somos uma Igreja que não interfere na
vida sentimental de seus padres. Casar ou ficar solteiro é uma decisão personalíssima deles. Não é assunto de competência da Igreja. Ordenamos homens casados, solteiros e viúvos”, afirma outro parágrafo do site do auto-proclamado grupo católico que ademais “deseja o fim do monopólio dos cursos de filosofia e teologia para formação de sacerdotes”.

A vigência da doutrina da Igreja sobre o requerimento do celibato para a ordenação sacerdotal encontra uma clara expressão nos ensinamentos de
Bento XVI e nas palavras do Beato João Paulo II, quem na exortação pós-sinodal Pastore Dabo Vobis afirmava: “O Sínodo não quer deixar dúvidas na mente de ninguém sobre a firme vontade da Igreja de manter a lei que exige o celibato livremente escolhido e perpétuo para os candidatos à ordenação sacerdotal no rito latino”.

“Por esta razão- prossegue a nota dos bispos brasileiros- todos os ritos e cerimônias religiosas por eles realizadas são ilícitos para os fiéis católicos. Assim sendo, recomenda-se vivamente aos féis que não frequentem os edifícios onde eles se reúnem e nem colaborem ou participem de qualquer celebração promovida por esses grupos. Rezemos para que a unidade desejada por Jesus Cristo, aconteça plenamente”.

A nota leva a assinatura do Cardeal Raymundo Damasceno de Assis, presidente da CNBB, do vice-presidente, Dom José Belisário da Silva e do secretário-geral da entidade, Dom Leonardo Ulrich Steiner.

Fonte: Agência Ecclesia

A Evangelização da Vida Consagrada - Pe. Amedeo Cencini fala às religiosas


O Congresso “A Vida Consagrada e a Nova Evangelização- A imprescindível Complementariedade”, reuniu cerca de 150 religiosas de mais de 20 Congregações diversas. O Evento acontece todos os anos, com temas relevantes para a vida consagrada feminina, organizado pelo Ateneo Regina Apostolorum em Roma. “Como evangeliza a vida consagrada” foi o tema apresentado por  Pe. Amedeo Cencini.

***

Pe. Amedeo Cencini é religioso canossiano, mestre em ciências da educação pela Universidade Salesiana de Roma e doutor em psicologia pela Universidade Gregoriana da mesma cidade. Especializou-se em psicologia no Instituto Superior de Psicoterapia Analítica. Escritor de vários livros, entre eles: “A árvore da vida”; “Virgindade e celibato hoje”.

“A vida consagrada é evangelização em si mesma, é uma bela e boa notícia”, com essas palavras, Cencini, iniciou sua participação no Evento. “A vida consagrada manifesta a Caritas do Eterno”, especialmente pelas obras de caridade direcionadas àquelas pessoas que vivem a “tentação de não se sentirem amadas”.

Pe. Amedeo utilizou a imagem da escada de Jacó, que está no livro do Gênesis, para explicar a dinâmica entre o céu e os homens, sendo os Consagrados responsáveis por este dinamismo e “os Institutos de Vida Contemplativa e os Institutos de Vida Ativa são complementares” nesta ação.
O movimento descendente seriam as ações caritativas, de assistência social, de educação realizada por estes Institutos, que revelam a face de Cristo. “O único desejo do homem é ver a face de Cristo e a vida consagrada responde a esse desejo”, afirmou Cencini.

Neste tempo histórico, a “Igreja pede para entrarmos na Nova Evangelização”.  E sobre como a vida consagrada é chamada a evangelizar hoje, Pe. Amedeo disse: - “Devemos recuperar a transparência interior” e prosseguiu indagando às participantes: “Vocês têm certeza de que o serviço executado por vocês revela a face do Pai?”.

“Os Institutos de Vida Consagrada devem continuar no serviço caritativo e sacramental”, mas é preciso “mostrar as raízes, de onde deriva a inspiração destes gestos de amor, onde está apoiada a escada”. E continuou: “Não basta apenas ser competente e cumprir os serviços caritativos”. “Existe o risco de que a caridade não seja evangelizadora”.

Pe. Amedeo falou dos serviços prestados, especialmente na área da educação, pelos Institutos Religiosos. “As pessoas gostam, mas os serviços são desfrutados e as questões fundamentais como a vida e a morte, são buscadas fora”. Não existe mais aquela “relação automática entre obra e evangelização”.

“Uma obra é evangélica quando provoca no coração de quem recebeu a ação o mesmo desejo de servir”, afirmou Cencini. Ele continuou sua reflexão falando sobre a importância de ser transparente e de mostrar a estrada que leva ao encontro com Cristo, através dos diversos Carismas. “Cada carisma propõe uma via autêntica, uma estrada para ver Deus, e indicar a estrada significa evangelizar”- e continuou - “os Carismas são culturas que devem penetrar nas outras culturas”.

Pe Amedeo falou sobre a Espiritualidade dos Institutos , como um dom de Deus, ou seja, é universal. A Espiritualidade foi inspirada pelo Espírito Santo e promove relação, “não é somente a oração, ou falar de oração como prática a ser executada”, mas promover e estabelecer relação.

No final do Evento Pe.Amedeo respondeu ao ZENIT - Como seria, na prática, entrar nas outras culturas?

É um grande projeto. Primeiro, é necessário entender a própria cultura, a própria língua, e ser apaixonado por ela. É preciso estar atento à realidade que se evangeliza,entender a linguagem atual, os meios utilizados pelos jovens, por exemplo, a internet; compreender a sensibilidade da sociedade, que tem perspectivas, desejos. Não estar fechado em si mesmo por medo; se tem medo do homem, tem medo de Deus. Nada que é humano é estranho.

O Congresso contou com a participação do Prof. German Sánches, leigo consagrado do Regnum Christi, diretor do Instituto Superior de Ciências Religiosas do Regina Apostolorum de Roma, que explicou a origem da expressão Nova Evangelização; do bispo de Palestrina, Mons. Domenico Sigalini, apresentando o cenário da nova evangelização para a vida consagrada na Itália; e de Pe Fábio Ciardi, membro da Congregação dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada, que falou sobre a força do Carisma na Nova Evangelização.

O evento prosseguiu com a celebração da Santa Missa e a participação do Prefeito da Congregação dos Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Dom João Braz de Aviz, que celebrava 39 anos de sua ordenação sacerdotal naquele dia.

A Ata do Congresso será publicada e entregue ao novo Dicastério para Promoção da Nova Evangelização, na pessoa do Monsenhor Rino Fisichella.

Fonte: ZENIT

Papa propõe oração para mudar mundo «fechado ao horizonte divino»


Bento XVI apelou hoje aos católicos, para que dediquem mais tempo à “oração”, como testemunho espiritual num “mundo frequentemente fechado ao horizonte divino”.

Na audiência pública semanal, que juntou cerca de seis mil pessoas na sala Paulo VI, do Vaticano, o Papa iniciou um novo ciclo de catequeses, sobre a “oração de Jesus”, após ter ter tratado alguns exemplos do Antigo Testamento (os livros da Bíblia anteriores ao nascimento de Cristo).
A oração, disse, atravessa “todos os momentos” da vida de Jesus, “guiando-o até ao dom total de si mesmo, segundo os desígnios de Deus Pai”.

“Jesus é o nosso mestre de oração. Mas, quem o ensinou a rezar? O seu coração de homem aprendeu a rezar com a sua mãe e a tradição judaica, mas a sua oração brota duma fonte secreta, porque Ele é o filho eterno de Deus, que, na sua santa humanidade, dirige ao seu Pai a oração filial perfeita”, referiu, em português.

Bento XVI questionou os presentes sobre “quanto tempo” dedicam à “relação com Deus”: “É através da nossa oração fiel e constante, na amizade profunda com Jesus, vivendo nele e com Ele a relação filial com o Pai, que poderemos abrir, no mundo, as janelas para o Céu”.

Após esta intervenção, o Papa saudou os peregrinos de língua portuguesa, a quem desejou “uma prática de oração constante e cheia de confiança”.

No final, Bento XVI agradeceu a tradicional oferta de panetones - feita pela Federação Italiana de Panificadores e Pasteleiros [pão doce de Natal] -, os quais serão distribuídos em Roma pela Caritas e a casa de caridade ‘Dono di Maria’.

Fonte: Agência Ecclesia

Rosa de Saron em 2012! Muitas novidades!


Querida família rosariana,

Estamos chegando ao encerramento do ano de 2011 e muitas graças podem ser testemunhadas na estrada do Rock, da Fé e da Poesia dos nossos irmãos do Rosa de Saron.
2012 vem aí e com ele muitas novidades estão reservadas para aqueles que curtem, acompanham, intercedem, divulgam e são fãs do Rosa de Saron.

Abaixo segue algumas delas:

ROSA DE SARON LANÇARA NOVO CD EM 2012

Depois de cinco discos consecutivos lançados respectivamente em (2007, 2008, 2009, 2010 e 2011), a banda promete um novo trabalho no pprimeiro semestre de 2012, trancado a sete chaves. Guilherme de Sá, que é o produtor musical dos últimos cinco trabalhos, disse recentemente em estrevista à Rede Record: "É a primeira vez em anos que teremos total liberdade em termos de arranjos. Sempre pensamos no disco dentro da discografia e agora chegamos num ponto completamente confortável. O público pode esperar algo bom. Estamos ansiosos para a próxima maratona no estúdio."


UM NOVO BUZÃO - CONFIRA AS FOTOS

Para encarar mais um ano de estrada de música e evangelização o Rosa de Saron está preparando um novo layout para o seu buzão.
Abaixo as fotos que irão estar no novo layout.




AGENDA 2012

Confira no site oficial da Banda Rosa de Saron onde eles estarão em 2012. Eles podem estar bem pertinho de você. Acesse o link abaixo:



Essas são algumas das novidades que o Rosa de Saron reserva para os fãs de todo o Brasil.
Vamos juntos rezar para que a cada dia os planos de Deus para a Banda sejam concretizados e que eles possam no sim de cada dia corresponder ao chamado de Deus a evangelizar através da música.

Caros irmãos do Rosa de Saron, estamos juntos!!!!
Família rosariana, estaremos juntos em todos os momentos.

Deus os abençoe!

Fabiano, Marta e Tobias

Escutai a voz dos Santos!!!!


Os diretores fazem avançar na perfeição, mandando praticar um grande número de atos de virtude. Eles têm razão, mas meu diretor, que é Jesus, não me ensina a contar meus atos, Ele me ensina a fazer tudo por amor...

(Sta. Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face)

Evangelização: Igrejas lançam aplicativos para celulares e tablets


Nos últimos três meses, cerca de 900 fiéis da Nossa Senhora do Brasil, no Jardim América, passaram a acompanhar as atividades da igreja por um aplicativo que é baixado de graça em tablets ou celulares da Apple. Por meio dele, seguem a agenda das missas, leem o texto de orações, ouvem mensagens do papa Bento XVI e podem até aprender a rezar o terço. “A novidade, além de dinamizar a comunicação com os fiéis, atraiu jovens que estavam afastados”, conta a administradora paroquial Gisele Frey. Assim como aconteceu com as redes sociais, que aos poucos se tornaram um braço forte na interação de comunidades religiosas, ferramentas como essa começam a ser uma aposta para envolver o rebanho.

Ex-seminarista, o empresário Sérgio Fernandes investe nesse nicho com a empresa de comunicação on-line Minha Paróquia, que criou o formato do NSRA do Brasil. Ele agora trabalha em um projeto semelhante, batizado de Sementes do Espírito, para o grupo de orações homônimo da Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de São Paulo. “Os padres estão reconhecendo a importância de incorporar as tecnologias à propagação da fé”, diz.


LITURGIA MODERNA
Alguns dos programas disponíveis para celulares e tablets:

ROTA CATÓLICA
Público: católicos
Lançamento: julho de 2011
Recursos: roteiro das igrejas históricas na metrópole, museus de arte sacra e outras dicas


NSRA DO BRASIL
Público: católicos
Lançamento: setembro de 2011
Recursos: guia de atividades da igreja, mensagens do papa e orações



iJuventude
  • O aplicativo iJuventude foi desenvolvido pela Arquidiocese de Campinas, e busca ser o "aplicativo para o dia a dia do jovem católico".
  • Lançamento: outubro 2011
  • Recursos: Jornada Mundial da Juventude, Palavra do Papa, Espiritualidade, músicas e orações 

    Fonte: Flora Monteiro e Equipe JConectados

As logos da JMJ Rio2013 já estão em Roma


As finalistas do concurso para escolher qual será a logomarca da Jornada Mundial da Juventude Rio2013 chegaram ontem, dia 28 de novembro, a Roma. Elas foram apresentadas ao Pontifício Conselho para os Leigos, no Vaticano, pelo bispo auxiliar do Rio e responsável pelo setor de Captação e gestão de recursos no Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013, Dom Paulo Cezar Costa.

Foram quase 200 participantes de várias partes do Brasil e do mundo. Durante o processo de seleção as logomarcas foram avaliadas por um grupo de designers, por uma comissão do Setor Juventude e também pelos setores pastoral e presidência do COL.

Apesar da grande expectativa em torno do resultado, por questões de sigilo do processo seletivo não é permitido divulgar quem são os finalistas. A data para o anúncio da logo vencedora dependerá diretamente dos trâmites de avaliação do Pontifício Conselho.

Dom Paulo recebeu as logos durante a Assembleia Arquidiocesana que aconteceu no último final de semana, no Colégio Nossa Senhora da Penha, no bairro da Penha. Os trabalhos na assembleia foram conduzidos pelo arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, com o apoio do coordenador de pastoral, monsenhor Joel Portella Amado. Entre os 864 delegados, a presença dos bispos auxiliares, vigários episcopais, clero, diáconos, religiosas, agentes pastorais e lideranças eclesiais.

No encontro houve uma apresentação dos membros da comissão organizadora da JMJ Rio2013. Os representantes das equipes falaram sobre os desafios a ser superados, motivando os participantes a se empenharem na organização do evento, principalmente na dimensão do acolhimento.

Fonte: Comunicação JMJ Rio2013 - Colaborou Carlos Moioli

Maria é "a melhor companheira de viagem durante o Advento", afirma o pregador da Casa Pontifícia


Maria é "a melhor companheira de viagem durante o Advento", afirma o pregador da Casa Pontifícia, frei Raniero Cantalamessa.

No último domingo, 27, a Igreja deu início a um novo Ano Litúrgico, com o início do Tempo do Advento. Segundo o frei capuchinho, a Palavra de Deus é sempre a mesma, mas, também, sempre nova, "porque cai em meio a situações novas e porque o Espírito Santo lança luz sobre essas novas implicações".

Na próxima sexta-feira, 2, Cantalamessa começa a série de meditações tradicionalmente feitas ao Papa e à Cúria Romana durante as sextas-feiras deste Tempo Litúrgico da Igreja.

Confira a entrevista do frei à Rádio Vaticano.

Rádio Vaticano –
Nos ciclos anuais do Tempo Litúrgico, quais são as novidades a se colher e viver?
Frei Raniero Cantalamessa – A novidade vem do Espírito, porque, a cada ano, o Espírito dá vida nova às palavras que escutamos, e que escutamos em um contexto sempre novo. Portanto, como a Palavra de Deus é sempre aquela – e a cada vez, no entanto, é nova, porque cai em meio a situações novas e porque o Espírito Santo lança luz sobre essas novas implicações –, assim, neste momento, a Igreja está vivendo dois grandes temas: a evangelização, que será o tema do Sínodo do próximo ano, e, depois, o
Ano da Fé convocado por Bento XVI. Portanto, já o Advento se presta a começar a dar um sentido concreto a esse Ano da Fé e, ao centro do Advento, há propriamente a fé de Maria, há a fé dos pastores, dos Magos. Não se pode começar, portanto, de melhor maneira o Ano da Fé do que vivendo exatamente a plenitude do Advento.


RV –
Como predispor-se para viver plenamente o Tempo do Advento?
Frei Cantalamessa – A predisposição exterior é aquela de se dar um pouco mais de espaço de silêncio, de oração, de contemplação. Os tempos fortes servem-nos também para isto: para produzir uma ruptura com o ritmo habitual da vida. Não se pode certamente diminuir o compromisso, o trabalho, mas se pode diminuir o ruído da televisão e de outras coisas, de tal forma que se possa entrar em um clima de maior silêncio, de maior interioridade. No fundo, contudo, aquilo que decide é a abertura maior ou menor ao Espírito Santo, porque é o Espírito Santo a ser a presença viva de Cristo. O Advento tem sentido enquanto revivemos a expectativa, a vinda de Cristo: mas quem torna Cristo presente na Igreja, na história, é Ele, é o Espírito Santo. O Espírito Santo vem sobre Maria e o Espírito Santo, neste Tempo de Advento, deveria vir sobre todos os cristãos. E ele vem. O importante é que seja desejado, esperado, porque, como diz São Boaventura: "O Espírito Santo vai lá onde é esperado, desejado e amado".


RV – Uma expectativa que tem a duração de quatro semanas.
Como se desenvolve o percurso litúrgico?
Frei Cantalamessa – Há, no interior do Advento, um caminho de aproximação que se intensifica. No início, por exemplo, na liturgia, escuta-se, sobretudo, Isaías – textos de Isaías que anunciam o Advento da salvação de longe. Depois, nas segunda e terceira semana, a figura central é João Batista, que é já o precursor e, portanto, nos aproximamos um pouco mais. O último domingo do Advento é dominado pela figura de Maria que é, eu diria, a melhor companheira de viagem durante o Advento, porque viveu este tempo como toda a mãe na iminência do parto: com uma interioridade, uma intensidade, uma ternura particulares. Portanto, Maria pode ajudar-nos certamente a andar ao encontro de Cristo, não de uma forma qualquer, sem amor, mas andar ao encontro de Cristo com o coração, mais ainda que com o tempo.

Fonte: Canção Nova

A coroa do Advento


Desde a sua origem a Coroa de Advento possui um sentido especificamente religioso e cristão: anunciar a chegada do Natal sobretudo às crianças, preparar-se para a celebração do Santo Natal, suscitar a oração em comum, mostrar que Jesus Cristo é a verdadeira luz, o Deus da Vida que nasce para a vida do mundo. O lugar mais natural para o seu uso é família.
           
Além da coroa como tal com as velas, é uso antigo pendurar uma coroa (guirlanda), neste caso sem velas, na porta da casa. Em geral laços vermelhos substituem as velas indicando os quatro pontos cardeais. Entrou também nas igrejas em formas e lugares diferentes, em geral junto ao ambão. Cada domingo do Advento se acende uma vela. Hoje está presente em escolas, hotéis, casas de comércio, nas ruas e nas praças. Tornou-se mesmo enfeite natalino. Já não se pode pensar em tempo de Advento sem a coroa com suas quatro velas.


Simbolismo da Coroa de Advento
Pelo fato de se tratar de uma linguagem simbólica, a Coroa de Advento e seus elementos podem ser interpretados de diversas formas. Desde a sua origem ela possui um forte apelo de compromisso social, de promoção das pessoas pobres e marginalizadas. Trata-se de acolher e cuidar da vida onde quer que ela esteja ameaçada. Podemos dizer que a Coroa de Advento constitui um hino à natureza que se renova, à luz que vence as trevas, um hino a Cristo, a verdadeira luz, que vem para vencer as trevas do mal e da morte. É, sobretudo, um hino à vida que brota da verdadeira Vida.

A mensagem da Coroa de Advento é percebida a partir do simbolismo de cada um de seus elementos.

O Círculo
A coroa tem a forma de círculo, símbolo da eternidade, da unidade, do tempo que não tem início nem fim, de Cristo, Senhor do tempo e da história. O círculo indica o sol no seu ciclo anual, sua plenitude sem jamais se esgotar, gerando a vida. Para os cristãos este sol é símbolo de Cristo.
           
Desde a Antigüidade, a coroa é símbolo de vitória e do prêmio pela vitória. Lembremos a coroa de louros, a coroa de ramos de oliveira, com a qual são coroados os atletas vitoriosos nos jogos olímpicos.

Os ramos verdes
Os ramos verdes que enfeitam o círculo constumam ser de abeto ou de pinus, de ciprestes. É símbolo nórdico. Não perdem as folhas no inverno. É, pois, sinal de persistência, de esperança, de imortalidade, de vitória sobre a morte.

Para nós no Brasil este elemento é um tanto artificial e, por isso, problemático, menos significativo, visto que celebramos o Natal no início do verão e com isso não vivenciamos esta mudança da renovação da natureza. Por isso, a tendência de se substituir o verde por outros elementos ornamentais do círculo: frutos da terra, sementes, flores, raízes, nozes, espigas de trigo.        

Para tornar a coroa usam-se também laços de fitas vermelhas ou rosas, símbolo do amor de Jesus Cristo que se torna homem, símbolo da sua vitória sobre a morte através da sua entrega por amor.

Deste modo, nas guirlandas penduradas nas portas das casas, os laços ocupam o lugar das velas.

Lembram os pontos cardeais, a cruz de Cristo, que irradia a luz da salvação ao mundo inteiro.

As velas
As quatro velas indicam as quatro semanas do Tempo do Advento, as quatro fases da História da Salvação preparando a vinda do Salvador, os quatro pontos cardeais, a Cruz de Cristo, o Sol da salvação, que ilumina o mundo envolto em trevas. O ato de acender gradativamente as velas significa a progressiva aproximação do Nascimento de Jesus, a progressiva vitória da luz sobre as trevas.Originariamente, a velas eram três de cor roxa e uma de cor rosa, as cores dos domingos do Advento.

O roxo, para indicar a penitência, a conversão a Deus e o rosa como sinal de alegria pelo próximo nascimento de Jesus, usada no 3º domingo do Advento, chamado de Domingo “Gaudete” (Alegrai-vos).

Existem diferentes tradições sobre os significados das velas. Uma bastante difundida:

a primeira vela é do profeta;
a segunda vela é de Belém;
a terceira vela é dos pastores;
a quarta vela é dos anjos.

Outra tradição vê nas quatro velas as grandes fases da História da Salvação até a chegada de Cristo.

Assim:

a primeira é a vela do perdão concedido a Adão e Eva, que de mortais se tornarão seres viventes em Deus;

a segunda é a vela da fé dos patriarcas que crêem na promessa da Terra Prometida;
a terceira é a vela da alegria de Davi pela sua descendência;
a quarta é a vela do ensinamento dos profetas que anunciam a justiça e a paz.

Nesta perspectiva podemos ver nas quatro velas as vindas ou visitas de Deus na história, preparando sua visita ou vinda definitiva no seu Filho Encarnado, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo:

o tempo da criação: de Adão e Eva até Noé;
o tempo dos patriarcas;
o tempo dos reis;
o tempo dos profetas.

Fonte: Franciscanos

O presépio - São Francisco e uma tradição natalina

Quem inventou o presépio?, Por que o fez? O que tem a ver São Francisco com a história do presépio? Qual é o significado? Por que esta tradição resiste ao longo do tempo?


Para conhecer e aprofundar a história do presépio e a sua atualidade também no mundo moderno de hoje, ZENIT entrevistou o padre Pietro Messa, diretor da Escola Superior de Estudos Medievais e Franciscanos da Pontifícia Universidade Antonianum, em Roma.

Qual a relação entre São Francisco e o presépio?
Em 1223, exatamente no dia 29 de novembro, o Papa Honório III com a Bula Solet annuere aprovou definitivamente  a Regra dos Frades Menores. Nas semanas seguintes Francisco de Assis dirigiu-se para o eremitério de Greccio, onde expressou seu desejo de celebrar o Natal naquele lugar.
Para uma pessoa do local ele disse que queria ver com os "olhos do corpo" como o menino Jesus, na sua escolha de humilhação, foi deitado numa manjedoura. Portanto, determinou que fossem levados para um lugar estabelecido um burro e um boi – que de acordo com a tradição dos Evangelhos apócrifos estavam junto do Menino - e sobre um altar portátil colocado na manjedoura foi celebrada a Eucaristia. Para Francisco, como os apóstolos viram com os olhos corporais a humanidade de Jesus e acreditaram com os olhos do espírito na sua divindade, assim a cada dia quando vemos o pão e o vinho consagrados sobre o altar, acreditamos na presenção do Senhor no meio de nós.
Na véspera de Natal em Greccio não haviam nem estátuas e nem pinturas, mas apenas uma celebração Eucaristica numa manjedoura, entre o boi e o jumento. Só mais tarde é que este evento inspirou a representação do Natal através de imagens, ou seja, por meio do presépio, no sentido moderno.

Por que fez isso?
Francisco era um homem muito concreto e para ele era muito importante a encarnação, ou seja, o fato de que o Senhor fosse tangível por meio de sinais e de gestos, antes de mais nada, pelos sacramentos. A celebração de Greccio se coloca justamente neste contexto.


Como você explica a popularidade e a disseminação dos presépios?Francisco morreu em 1226 e em 1228 foi canonizado pelo Papa Gregório IX; desde aquele momento a sua história foi contada, evidenciando a novidade e, graças também à obra dos Frades Menores, a devoção à São Francisco de Assis se espalhou sempre mais em um modo capilar. Como conseqüência também o acontecimento de Greccio foi conhecido por muitas pessoas que desejavam retratá-lo e replicá-lo, passando a apresentar e promover o presépio. Desta forma se tornou patrimônio da cultura e da fé popular.

Qual é o significado e por que a Igreja convida os fiéis a representar, construir, ter presépios em casa e em lugares públicos?
A Igreja sempre deu importância aos sinais, especialmente litúrgico sacramentais, tendo sempre o cuidado de que não terminassem numa espécie de superstição. Alguns gestos foram encorajados porque eram considerados adequados para a propagação do Evangelho e entre esses está justamente o presépio que sua simplicidade dirige toda a atenção à Jesus.

Qual é a relação entre o presépio e a arte? Por que tantos artistas o têm pintado, esculpido, narrado, ....?
Devido à sua plasticidade o presépio presta-se às representações na qual o particular pode se tornar o sinal da realidade quotidiana da vida. E justo esses detalhes da vida humana - os vestidos dos pastores, as ovelhas pastando, o menino preso à saia da mãe, etc - foram representados também como indícios ulteriores do realismo cristão que emana da Encarnação.

O que você acha da devoção popular pelo presépio ainda muito difundida entre o povo? Deve ser estimulada ou limitada?
Como São Francisco cada homem e mulher precisa de sinais; alguns já são incompreensíveis enquanto que outros pela sua simplicidade e imediatismo têm ainda uma eficácia. Entre estes podemos colocar o presépio e, portanto seja sempre bem vinda a sua propagação.
Tendo em conta este debate, sexta-feira, 18 novembro, foi realizada uma reunião na Pontifícia Universidade Antonianum (Hall Jacopone da Todi), com Fortunato lozzelli e Alessandra Bartolomei Romagnoli justamente sobre os lugares de Francisco de Assis na região do Lácio, com particular atenção para o santuário franciscano de Greccio.

Fonte: ZENIT

Advento, a realização e a confirmação da aliança


Começamos novo Ano Litúrgico e um novo ciclo da liturgia com o Advento, tempo de preparação para o nascimento de Jesus Cristo no Natal. É hora de renovação das esperanças, com a advertência do próprio Cristo, quando diz: “Vigiai!”, para não sermos surpreendidos.

A chegada do Natal, preparado pelo ciclo do Advento, é a realização e confirmação da Aliança anunciada no passado pelos profetas. É a Aliança do amor realizada plenamente em Jesus Cristo e na vida de todos aqueles que praticam a justiça e confiam na Palavra de Deus.

Estamos em tempo de educação de nossa fé, quando Deus se apresenta como oleiro, que trabalha o barro, dando a ele formas diversas. Nós somos como argila, que deve ser transformada conforme a vontade do oleiro. É a ação de Deus em nossa vida, transformando-a de Seu jeito.

Neste caminho de mudanças, Deus nos deu diversos dons conforme as possibilidades de cada um. E somos conduzidos pelas exigências da Palavra de Deus. É uma trajetória que passa pela fidelidade ao Todo-poderoso e ao próximo, porque ninguém ama a Deus não amando também o seu irmão.

O Advento é convocação para a vigilância. A vida pode ser cheia de surpresas e a morte chegar quando não esperamos. Por isso é muito importante estar diuturnamente acordado e preparado, conseguindo distanciar-se das propostas de um mundo totalmente afastado de Deus.

Outro fato é não desanimar diante dos tipos de dificuldades e de motivações que aparecem diante nós. Estamos numa cultura de disputa por poder, de ocupar os primeiros lugares sem ser vigilantes na prestação de serviço. Quem serve, disse Jesus, é “servo vigilante”.

Confiar significa ter a sensação de não estar abandonado por Deus. Com isso, no Advento vamos sendo moldados para acolher Jesus no Natal como verdadeiro Deus. Aquele que nos convoca a abandonar o egoísmo e seguir Jesus Cristo.

Preparar-se para o Natal já é ter a sensação das festas de fim de ano. Não sejamos enganados pelas propostas atraentes do consumismo. O foco principal é Jesus Cristo como ação divina em todo o mundo.

Dom Paulo Mendes PeixotoBispo de São José do Rio Preto.

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Fabiano, Marta e Tobias

Fonte: Portal da Música Católica / APP STORE

Conheça o Evangelidigitalización


Neste 16 de novembro foi inaugurado oEvangelidigitalización, primeiro blog em língua castelhana especializado no estudo e na divulgação da relação entre a fé católica e a internet, no contexto da nova evangelização.

Um ano depois da instituição do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização, uma de cujas tarefas específicas é "estudar e favorecer o uso das formas modernas de comunicação como instrumentos para a nova evangelização" (cf. motu proprio "Ubiqumque et Semper", art. 3, nº 4), este espaço se apresenta como um projeto não institucional de apoio.

O neologismo evangelidigitalização quer indicar o "lugar" de ação, a atividade a ser realizada, a meta a ser atingida e a dinâmica metodológica a ser seguida, própria das redes sociais, de acordo com as informações dos seus criadores.

O blog Evangelidigitalización (http://evangelidigitalizacion.blogspot.com) desenvolverá um trabalho em duas linhas de ação: aprofundará teoricamente e divulgará projetos de sucesso no âmbito confessional católico, evidenciando os pontos positivos das iniciativas estudadas, para que o resultado sirva de apoio para outros projetos.

Tanto na pesquisa como na difusão, há três eixos: ajudar a "entender", "falar" e "explicar" a relação entre o pensamento digital, a internet em geral e a fé católica.
O Evangelidigitalización conta com vários canais de apoio nas redes sociais, como o:


Facebook: (http://www.facebook.com/evangelidigitalizacion), 
 Flickr (http://www.flickr.com/mujicalc), com ênfase nas imagens de fé e pró-vida,

Paper.Li (http://paper.li/web_pastor/1317588643), um jornal com seleção de temas relacionados com o projeto, 

Tumblr (http://evangelidigitalizacion.tumblr.com/), focado especialmente na reprodução de vídeos.

Duas ferramentas de especial valor são os links para blogs afins em língua inglesa, espanhola e italiana, e a série de links temáticos em sintonia com a idéia original do projeto.

Fonte: Cleofas

Estudo comprova que homossexuais não "nasceram assim"



Sabemos que basta um caso de mudança de orientação sexual para provar que os homossexuais não são prisioneiros inevitáveis desse estilo de vida, e que a orientação sexual não é uma característica imutável, como a raça. Como diz o ditado, é impossível encontrar um ex-negro, mas agora se constatou que não é impossível encontrar um ex-homossexual.
Na verdade, há um monte deles por aí.

A pesquisa provando que é possível um homossexual corrigir sua situação foi publicada em uma revista científica. Tendo sido conferida pelos próprios interessados, isso invalida uma velhaca e irritante objeção alardeada pelo conluio de desviados sexuais.
Stanton L. Jones e Mark A. Yarhouse publicaram no Journal of Sex and Marital Therapy um estudo estatístico sobre mudança de orientação sexual por meios religiosos (Vol. 37, páginas 404-427). Apesar de os ativistas homossexuais insistirem em que a mudança de orientação é impossível, e que a tentativa de alteração é prejudicial, estes pesquisadores descobriram que de fato o oposto é que é verdadeiro.

No passado, a Associação Americana de Psicologia (APA) enfiou os dedos nos próprios ouvidos, e estupidamente entoou: "A homossexualidade não pode ser mudada - os riscos potenciais da terapia reparadora são grandes, incluindo depressão, ansiedade e comportamento autodestrutivo".
Mas ela está absolutamente errada.
Jones e Yarhouse acompanharam durante 6 a 7 anos 61 indivíduos que completaram o trabalho de terapia reparadora com a Exodus International. Desses 61 homens e mulheres, 53% tiveram resultados bem sucedidos. Vinte e três por cento conseguiram uma conversão bem sucedida para a heterossexualidade, tanto na orientação como na funcionalidade, enquanto outros 30% alcançaram castidade comportamental bem como substancial "des-identificação" com a orientação homossexual (vinte por cento abandonaram o processo e aderiram totalmente à identidade homossexual).

Quanto a ser prejudicial o próprio tratamento, na média o sofrimento psicológico não aumentou, e para muitos houve melhorias significativas.
Os autores têm o cuidado de advertir contra projeções exageradas com base em suas pesquisas, mas evidentemente suas descobertas são uma dramática recusa para o estribilho de que a mudança é impossível, e que a própria tentativa de mudança é prejudicial.
Os autores ressaltam algumas atitudes a tomar. Uma delas é que, sendo a mudança de orientação sexual claramente possível, a decisão de pessoas que procuram mudá-la deve ser respeitada e sustentada.

Quais as probabilidades de ser confrontado pela comunidade homossexual com algo assim: "Já tomei minha decisão, não me confunda com os fatos"? A probabilidade está entre mínima e nenhuma, pois a esquerda é profundamente anti-científica, e sua reação a essas descobertas será previsivelmente anti-científica.
Da mesma forma, se os defensores do homossexualismo fossem honestos e acatassem os resultados da pesquisa científica, deixariam agora de invalidar a terapia corretora para pessoas interessadas em corrigir de orientação sexual. Infelizmente, o compromisso cego, irracional e emocional deles com a própria agenda torna isso impossível, exceto para os poucos dentre eles que não são preconceituosos.

Um desses poucos não preconceituosos é Nicholas Cummings, ex-presidente da American Psychological Association. Quando os pesquisadores publicaram seus resultados preliminares no livro "Ex-gays?", Cummings afirmou: "Este estudo abriu novos caminhos [...] e abre novos horizontes para a investigação. [...] Esperei mais de trinta anos por este estudo refrescante, penetrante". Em seguida passou a referir-se ao livro como "leitura obrigatória" para os terapeutas, conselheiros e psicólogos acadêmicos.

Essas descobertas refletem o que afirmou, em 2003, o psiquiatra Dr. Robert Spitzer, de Columbia, depois de estudar 200 ex-homossexuais que obtiveram algum grau de mudança: "As alterações que se seguiram à terapia reparadora não se limitaram ao comportamento sexual e ao reconhecimento da própria orientação sexual. Abrangeram atração sexual, excitação, fantasia, desejo, como também o sentir-se incomodado por sentimentos homossexuais. São mudanças que abrangem os principais aspectos da orientação sexual".

Estas observações do Dr. Spitzer são particularmente importantes, pois foi ele quem liderou a campanha política que em 1973 retirou a homossexualidade da lista oficial de transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria. A APA vai ter que atualizar seu website, pois contém esta declaração cientificamente incorreta: "Até esta data, não houve nenhuma pesquisa científica adequada para demonstrar que a terapia que visa mudar a orientação sexual [...] é segura ou eficaz".
Bem, agora existe a "pesquisa cientificamente adequada" para mostrar que a mudança é possível. Será que a APA vai afinal entrar no século 21 e admitir isso? Não alimente grandes esperanças.

O próprio procurador-geral, Eric Holder, está confinado na mentalidade depressiva e anti-ciência dos fundamentalistas, pois sustentou em fevereiro acreditar que "a orientação sexual é uma característica imutável". Parece que precisamos de um novo procurador-geral.

Última linha: A mudança de orientação sexual é possível, e este estudo é a prova. Deixemos para trás a insensatez biológica e psicológica de que homossexuais "nascem assim", e que nada se pode fazer sobre isso. Tanto a Sagrada Escritura quanto a investigação científica dizem algo muito diferente.
***
Por Bryan Fischer
Traduzido de: http://www.renewamerica.com/columns/fischer/111027

Fonte: Editora Cleofas

O "Santo Rosário"


Por que é que a Virgem Maria em suas aparições pede insistentemente aos fieis que rezem o rosário? Qual a importância desta oração?
Padre Paulo Ricardo nos falará sobre o assunto!

Deus os abençoe e Maria os guarde!

Fabiano, Marta e Tobias

Sacerdote psicanalista comenta a Teoria de Gênero para a Igreja


Bispos responsáveis pela pastoral da saúde vindos de diferentes países encontraram-se quarta-feira no Vaticano. No centro das suas preocupações, a Teoria de Gênero, matéria que, para a Igreja, expõe uma problemática moral e de saúde pública. A Rádio Vaticano entrevistou o sacerdote e psicanalista Tony Anatrella, participante do encontro, que explicou a Teoria.

Segundo Pe. Tony, “a Teoria inspirou um certo número de leis que transformam as condições de vida, mudam o sentido da família, das relações entre homens e mulheres, das relações entre pais e filhos e influenciam no modo como entendemos a sexualidade humana e a procriação”.

Sobre a base dessa proposta de interpretação da relações de gênero, explicou que “o princípio que presidiu essa nova concepção das coisas é a igualdade de todos diante da lei para evitar qualquer discriminação. “E para chegar a esse fim – disse ele -, é preciso reconsiderar a sexualidade, não somente pelo aspecto biológico, mas por uma outra concepção, na qual se aceita o corpo biológico que marca o sexo masculino e o feminino, mas estes são vistos como sendo somente um aspecto como qualquer outro do corpo, como o nariz, o pé etc”.

Ressaltou também o aspecto da existência do masculino e do feminino, “que representam uma concepção social do modelo do homem e da mulher construídos pela cultura e pela sociedade”, referindo-se ao que chamou de “sexo social, constituído por uma parte psicológica e uma social”.

Sobre os riscos de se ignorar essas questões, destacou o de “isolar a mulher da relação com o homem, como se fosse a mulher que devesse suportar e decidir tudo em matéria de procriação.” Destacou também “problemas psicológicos de identidade e a desumanização da sexualidade humana”.

O sacerdote faz uma crítica aberta ao que denomina “colonialismo ocidental sobre a Ásia e a África imposto por agências da Onu”. Segundo ele, “a maior parte da chanceleria europeia e das agencias como Unesco e OMS propõe financiamento para saúde e educação, mas só na medida em que seja aplicado o que esta previsto nas convenções, isso sabendo que muitas das escolas e dos hospitais são administrados pela Igreja”. (ED)

Fonte: Rádio Vaticano
 
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