ACESSE NOSSO NOVO SITE

ACESSE NOSSO NOVO SITE

Lectio Divina - 4ª SEMANA DO TEMPO COMUM


Caros irmãos (ãs),

Está disponível em nosso blog a Liturgia Diária da 4ª Semana do tempo Comum.
Da mesma forma que o nosso corpo necessita do alimento e da água para se manter, que nossa alma possa todos os dias, sentir a necessidade do alimento espiritual da Palavra de Deus e da água do Espírito Santo. E que esta dinâmica sempre nos conduza ao grande banquete da Eucarístia.

Deus os abençoe e tenham uma santa semana de oração.

Fabiano, Marta e Tobias

Jogador de futebol deixa liga inglesa pelo seminário católico irlandês em Roma


O Pontifício Colégio Irlandês de Roma (Itália), é agora o lar de Phil Mulryne, de 34 anos, ex-jogador do Manchester United e do Norwich, que descobriu no trabalho social sua vocação ao sacerdócio.

Conforme informou o site espanhol Religión en Libertad, "Mulryne tinha fama de ser divertido, amigável e um pouco indisciplinado". Formou-se nas divisões juvenis do Manchester United junto de David Beckham até que foi transferido ao Norwich em 1999. Ele chegou a integrar a seleção da Irlanda do Norte, de cuja concentração foi retirado em 2005 por falta disciplinar.

Devido às constantes lesões, ele deixou definitivamente o futebol em 2008. Religión en Libertad assinalou que sua participação em atividades solidárias e caritativas teria chamado a atenção do Bispo de Down and Connor (Irlanda), Dom Noel Treanor, quem lhe expôs sua possível vocação sacerdotal.

Seu ex-companheiro no Norwich, Paul McVeigh, disse à imprensa inglesa que mantinha contato com o Mulryne "e sabia que tinha dado uma reviravolta em sua
vida, que fazia muito trabalho social e ajudava os sem teto semanalmente. Ainda assim, impactou-me que ele sentisse este chamado".

"O que está claro é que não é algo a ser tomado à ligeira, porque para ser ordenado sacerdote católico ele terá que estudar dois anos de filosofia e quatro de teologia", afirmou.

Fonte: ACI DIGITAL

Escolher bem nossos valores!


Caros irmãos,

Devemos escolher bem nossos valores e jamais deixá-los para trás.
Quantas reflexões temos feito sobre a gravidade e os efeitos da escolha de anti valores?
O mundo todos os dias procura ofuscar no coração do homem a urgência, a necessidade de experienciar o Belo e o bem verdadeiro. Quanto tempo perdemos quando os acontecimentos e as sutilezas do pecado se encarregam de nos incapacitar de viver aquilo a que somos chamados.

Os valores da família precisam ser resgatados, precisam ser renovados em nossos corações e em nossas casas. Por exemplo: como é bom estar junto, conviver, um momento de fraternidade, olhar para o filho e para a esposa com um amor único e derramar o coração nestes momentos .
A nossa primeira escolha deve ser Deus. Quando Deus diz na Palavra: Ponho diante de ti a vida e a morte, a benção e a maldição. Escolhe pois a vida, Deus nos revela a nossa liberdade de escolha. Ele nos criou livres, mas deseja que escolhamos a vida, que escolhamos a benção, que escolhamos à Ele.

Quando perdoamos, quando amamos, quando ajudamos o próximo, quando defendemos a vida e valorizamos nossa família, estamos escolhendo a vida, enquanto que o contrário estabelece minha escolha pela morte.
O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que: 
"Enquanto não se tiver fixado definitivamente em seu bem último, que é Deus, a liberdade comporta a possibilidade de escolher entre o bem e o mal, portanto, de crescer em perfeição ou de definhar e pecar. Ela caracteriza os atos propriamente humanos. Torna-se fonte de louvor ou repreensão, de mérito ou demérito."
E ainda nos fala que:
" O exercício da liberdade não implica o direito de dizer e fazer tudo. É falso pretender que “o homem sujeito da liberdade, baste a si mesmo, tendo por fim a satisfação de seu próprio interesse no gozo dos bens terrenos”

Precisamos assim, diante de nosso anseio pela felicidade e as realizações, lembramos que não somos chamados a aceitar e decidirmos pela conveniência que hoje o mundo nos oferece.
Deus é minha primeira escolha pois é Ele que rege minha vida, que conduz a minha história, a sua história. Muitas vezes o homem busca sua felicidade em lugares, ocasiões e atitudes que lhe lança longe daquilo que Deus quer para ele.

Quais são os seus valores hoje? Você os reconhece realmente?
Ou será que você nem os percebe?
Lembre-se que o tempo não volta e os dias passam. O céu é logo. Decida-se pelo bem verdadeiro e pelo belo que Deus tem para ti, pois fora Dele tudo é vão.

Certa vez ouvi uma historinha que dizia mais ou menos assim: Certa vez um homem caminhava pela praia em uma noite de lua cheia. Pensava ele desta forma: se eu tivesse uma casa seria feliz, se tivesse dinheiro seria feliz, se tivesse uma companheira perfeita seria feliz.

Naquele momento o homem tropeçou numa sacolinha cheia de pedrinhas. Ele a apanhou e sem perceber o que realmente eram aquelas pedrinhas dentro da sacola, foi jogando uma a uma no mar enquanto dizia: "Se eu tivesse.... seria feliz!" E assim o fez até restar somente uma pedrinha que ele então decidiu guardar. Ao chegar em casa percebeu que a pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso.
Você imaginou quantos diamantes ele jogou no mar sem perceber, nem parar para pensar? E quantas vezes nós vivemos jogando fora nossos preciosos tesouros, por estar esperando o que acreditamos ser perfeito, ou sonhando e esperando o que não temos, sem dar valor o que temos em nossas mãos.

Olhe ao seu redor. Se você parar para observar perceberá o quanto afortunado você é e que muito perto de você a felicidade está.
Observe hoje na sua vida o que pode ser este diamante valioso. O nosso tempo, a nossa oração, as nossas escolhas, aqueles que estão próximos de nós. É preciso descobrir, considerar e amar.

Que Deus os abençoe!

Marta Ferreira Farias

23ª Edição do Queremos Deus em Fortaleza. Não Perca!


O “Queremos Deus” já faz parte da tradição dos católicos de Fortaleza durante esse período pré-carnavalesco da cidade. Há mais de 20 anos é um ato de fé que costuma reunir uma multidão de cristãos todos os anos na capital cearense no puro desejo de estarem mais perto do sagrado.

Em 2012 o evento chega a sua 23º edição que está programado para acontecer no dia 05 de Fevereiro a partir das 14h no Condomínio Espiritual Uirapuru, mais conhecido por CEU localizado na Av Alberto Craveiro 2222 no Castelão tendo como principal pregador Hamilton Apolinário fundador da Comunidade Católica Boa Nova, de Pernambuco.

Com o tema “…Se creres verás a glória de Deus”, (Jo 11,40), a eventualidade será organizada pela Família Carismática, que envolve grupos de oração, Renovação Carismática, novas comunidades e diversos outros movimentos da Igreja Católica.

Atrações:

Dentre as atrações deste ano, o “Queremos Deus 2012” terá as presenças da irmã Kelly Patrícia que já faz parte desta tradição há vários anos, da cantora Suely Façanha, da Comunidade Shalom, a banda Dom Maior e a dupla Ítalo e Reno que na ocasião estará lançando seu novo CD durante o evento.  Além da tão aguardada presença do padre Antônio Furtado que celebrará o terço da misericórdia.

Coordenação:

A frente deste projeto tão grandiosa que é o Queremos Deus está Paulo Mindêllo um dos membros da Renovação Carismática Católica e integrante da Comunidade Face de Cristo, desde 1982, sempre com uma participação ativa nas Pastorais da Igreja. Assim como aconteceu em 2010 quanto também estava à frente do evento, Mindêllo dará a palavra inicial de acolhida.

Ingressos:
Os ingressos estarão à venda nas lojas Bethseth e custará o valor simbólico de apenas R$ 1,00. As entradas também estarão à venda no dia do evento.

Entrevista Coletiva:

A assessoria de imprensa do Queremos Deus convida a imprensa para participar da entrevista coletiva que será realizada nesta terça-feira (31/01) as 8h30 na Comunidade Face de Cristo no endereço abaixo:

Rua Emilson Barros de Oliveira, 191 – Joaquim Távora
No final da av. Pontes Vieira com a av. Virgilio Távora, próximo ao Cocó

Nota do arcebispo da cidade do Rio de Janeiro sobre o desabamento


Nota de Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, sobre a tragédia ocorrida no centro da cidade carioca após desabamento de três edifícios na avenida Treze de Maio:

Nota do arcebispo sobre o desabamento no centro do Rio

Juntamente com toda a comunidade arquidiocesana, manifesto a minha solidariedade e o meu pesar a todas as pessoas e familiares vítimas no desabamento dos três prédios no Centro da cidade, ocorrido na noite de quarta-feira e que resultou em mortos e feridos.

Em espírito de unidade e solidariedade, conclamo a todos que rezem pelos falecidos, pelos feridos e pelas famílias atingidas por essa dor que também é de toda a cidade do Rio.

Confiantes na misericórdia de Deus, convido parentes, amigos e autoridades para a Missa de Sétimo Dia na intenção dos falecidos, a ser realizada no próximo dia 2 de fevereiro, quinta-feira, às 10 horas, na Catedral de São Sebastião, na Avenida República do Chile.

Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2012.
Dom Orani João Tempesta Arcebispo do Rio de Janeiro

Escutai a voz dos santos!


A pregação é inútil sem a graça; e a graça só se obtém pela oração... Se existem poucas conversões entre os cristãos é porque há poucas pessoas que rezam, embora existam muitas que pregam. Como essas orações são agradáveis a Deus!
É como quando se pede a uma mãe que perdoe seu filho.

(S. Cláudio La Colombière)

Astronomia: Vaticano apresenta «histórias do outro mundo»


O Vaticano promove esta quinta-feira uma conferência de imprensa para a apresentação da exposição ‘Histórias do outro mundo: o universo dentro e fora de nós’, que vai decorrer em Pisa, Itália, entre março e junho.

O diretor do Observatório Astronómico do Vaticano, padre José Gabriel Funes, vai marcar presença no encontro com os jornalistas, assinala um comunicado da sala de imprensa da Santa Sé.

O observatório foi fundado em 1891 pelo Papa Leão XIII para mostrar que "a Igreja e os seus pastores não se opõem à ciência autêntica e sólida".

Apesar de a sede central do Observatório Astronómico do Vaticano ser em Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, foi fundado um segundo centro de pesquisa, ‘The Vatican Observatory Research Group’ (VORG) em Tucson, Arizona (EUA) no ano de 1981.

Este segundo centro é uma das maiores e mais modernas instituições de observação astronómica.

Fonte: ACI DIGITAL

Vaticano: Papa pede paz para Terra Santa


Bento XVI pediu hoje no Vaticano o “dom da paz” para Terra Santa, libertando simbolicamente duas pombas brancas desde a janela do seu apartamento, sobre a Praça de São Pedro.

O gesto ocorreu diante de cerca de 25 mil pessoas, reunidas para a oração do Angelus, e foi apresentado pelo Papa como “um sinal de paz para a cidade de Roma e para o mundo inteiro”.

As pombas foram transportadas por duas crianças da Ação Católica romana, seguindo uma tradição iniciada em 1985, e a sua libertação não correu conforme o previsto, num momento inicial, o que levou Bento XVI a comentar que as aves não queriam deixar “a casa do Papa”.

No Dia Mundial dos Leprosos, instituído pela Organização das Nações Unidas, em 1954, a pedido de Raoul Follereau, a intervenção papal quis deixar uma palavra de “encorajamento” a todas as pessoas afetadas pela doença e a todas quantas as assistem.

Bento XVI apelou a um compromisso para “eliminar a pobreza e a marginalização, verdadeiras causas da persistência do contágio” pela lepra.
O Papa aludiu ainda à beatificação de Hildegard Burjan, leiga que viveu entre os séculos XIX-XX, fundadora da Sociedade das Irmãs da Caridade Social, numa cerimónia que decorreu em Viena, Áustria.

Na sua catequese, Bento XVI convidou a refletir sobre o “poder de Deus”, que apresentou como “serviço, humildade, amor”, em contraponto às ideias de “domínio” e “sucesso”.

A Santa Sé anunciou, entretanto, que o Papa se encontrou este sábado com os responsáveis dos vários dicastérios da Cúria Romana, para fazer um “ponto da situação” sobre os trabalhos e a coordenação entre os vários organismos que colaboram com Bento XVI no governo da Igreja Católica.

Fonte: ACI DIGITAL

Logomarca da Banda Rosa de Saron - Espiritualidade e beleza


Caros irmãos (ãs),

Nestes dias estava conferindo algumas informações sobre a Banda Rosa de Saron e entre tantas uma me chamou muita atenção e foi alvo de minha pesquisa, orações e profunda admiração.
A informação que me chamou a atenção foi sobre a logomarca da Banda Rosa de Saron.

Veja a informação que consta no link da página do  Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Rosa_de_Saron):

"A partir deste trabalho (Rosa de Saron Acústico e ao vivo - 2008), a banda Rosa de Saron adotou uma nova logo marca, substituíndo a famosa logo noventista, por uma mandala impactante. A mandala representa os quatro integrantes em torno da eucaristía, estampada em todos os cantos do grande cenário do DVD."

Esta informação me chamou muita atenção pois às vezes não voltamos nosso olhar para os detalhes e são estes que detém o entendimento necessário para vislumbramos, entendermos e aprofundarmos o sentido da missão daqueles que os utilizam.

No caso da Banda Rosa de Saron não é diferente. Pelo contrário, torna-se ainda mais importante e especial o sentido de tudo, pela proposta de anunciar Jesus Cristo através do rock, da fé e da poesia.

Estes dia tomei a logomarca e busquei o entendimento da mesma de forma mais profunda. Lembro aqui, que esta não é a definição oficial da Banda Rosa de Saron e sim o entendimento que nós como admiradores e intercessores da banda tivemos a partir da informação que obtivemos.

Vamos lá:
A informação do Wikipedia nos fala da mudança da logomarca que aconteceu à partir do Rosa de Saron acústico e ao vivo em 2008. Até então a logomarca da Banda era a seguinte:


A partir daí o Rosa de Saron começou a usar uma nova logomarca que segundo a informação representa os quatro integrantes em torno da eucaristía.
Ao contemplar a logomarca a partir desta informação entendemos o seguinte:


O entendimento dos quatro integrantes em torno da Eucarístia, ali representada pelo círculo menor é um dos mais belos da logomarca.
Retrata de onde nasce a missão de cada um de nós, de onde ela retira o necessário para caminhar e o lugar onde ela deve nos levar.
A eucarístia como centro da vida cristã, como centro da música que cantamos, eis o sentido.

Interessante que a gravura que retrata os integrantes nos remete a dois entendimentos que se unem em uma única ação:

Ao contemplar esta gravura podemos entender que represente uma postura de estar de joelhos e ao mesmo tempo uma postura de braços erguidos em louvor. Ambas são posturas próprias daqueles que reconhecem e buscam em Deus o seu auxílio, que depositam em Deus sua confiança e sabem que Deus é o Grande Artista que compartilha sua centelha criadora, nos tornando artíficies com Ele da sua graça no coração do homem.
O ajoelhar-se representa o estar diante de Deus para ouvi-lo, para silenciar (algo tão importante na vida do músico), para como discípulo, reclinar sua cabeça no peito do Mestre e escutar suas palavras.
Os braços erguidos em louvor, nos remete a alegria de sermos de Deus, de sermos escolhidos, de elevarmos a ele a melodia de nossa vida, pois a Ele deve ser dado todo o louvor.

Outro parte da logomarca são os círculos que estão ao redor das figuras centrais.
Estes círculos representam o amor de Deus que emana da Eucarístia, que passa pelos integrantes da banda, pois percebemos que a disposição deles revela uma atitude de projeção (quando jogamos uma pedra na água ela gera ondas). Então este Amor que brota da Eucarístia, atinge os que dela se acercam e estes passam a ser com Cristo, por Cristo e em Cristo propagadores deste mesmo Amor.
Também podemos perceber que a simetria da logomarca revela uma Cruz


Me recordava aqui das palavras do Padre Zezinho no dia da gravação do DVD Acústico, que lembrava a todos que para o cristão não existe sentido na vitória sem a cruz, endossando assim toda a trajetória desse DVD.
Essa colocação do Rogério Feltrin no livro Rock, Fé e Poesia, resume e norteia todo o entendimento da cruz na logomarca.

Enfim, pudemos perceber que por trás de uma bela logomarca, reside um profundo sentido cristão e espiritual, que nos faz mergulhar ainda mais no mistério de Cristo que através da música entoada pela Banda Rosa de Saron insiste em alcançar o coração do homem.

Bendito seja Deus pela banda Rosa de Saron. Bendito seja Deus pela criatividade e sabedoria que nas entrelinhas e na poesia nos permite encontrar um Deus real e amoroso, que nos ama e que nos faz entender toda poesia.

Deus os abençoe!

Fabiano, Marta e Tobias

Novo CD do Rosa de Saron - Confiram mais novidades


Família rosariana,

As gravações do novo CD do Rosa de Saron seguem intensamente.
E como sabemos o Rosa de Saron sempre inova em sua interatividade com o público.

Você pode acompanhar tudo o que está acontecendo nas gravações pelo twitter do Rosa de Saron - @rosadesaron

Vamos ficar ligadinhos!

Deus os abençoe!

Fabiano, Marta e Tobias
#NaOraçãoPeloCDdoRDS

Seguem abaixo mais alguns vídeos das gravações:


Twitcam nas gravações do novo CD do Rosa de Saron - 2º dia



Mais uma twitcam com novidades do novo CD do Rosa de Saron - 4º dia



Atenção galera!!!! Música inédita do Rosa de Saron! Simplesmente demais

Marcha pela Vida reuniu 400 mil pessoas em Washington e a imprensa cala… uma vez mais


400.000 pessoas de todo o país se reuniram na segunda-feira 23 de janeiro em Washington DC na célebre Marcha pela Vida que a cada ano pede pelos não nascidos nos Estados Unidos. Como já é tradição os grandes meios de comunicação ignoraram o evento.

A reunião congregou a jovens, mulheres, homens e
crianças de todo o país que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio.

A marcha foi realizada um dia depois do aniversário número 39 da decisão judicial Roe V. Wade da Corte Suprema que legalizou o
aborto nos Estados Unidos.

Os manifestantes se reuniram no National Mall para escutar as dissertações de deputados e líderes pró-vida.

O Presidente da Câmara de Representantes, John Boehner (Republicano-Ohio), afirmou aos manifestantes que "a vida e a liberdade" são dois princípios fundamentais que se entrelaçam para "formar o núcleo de nosso caráter nacional."

"Quando afirmamos a dignidade da vida, afirmamos nosso compromisso com a liberdade", disse. Quando não somos capazes de defender a vida, "a liberdade se vê diminuída."

Boehner –que tem 11 irmãos– pronunciou umas palavras de abertura na marcha, nas quais recordou que "a vida humana não é uma mercadoria política ou econômica", acrescentou que a defesa da vida "não é uma questão de partido" mas tema de princípios.

Por sua Marcha, o deputado Chris Smith (Republicano-Nova Jersey), explicou ante a multidão que a morte violenta de crianças inocentes "não é um valor americano".

Ele agradeceu aos presentes na marcha pela seu "abnegada luta pela
oração, o jejum e as obras" para participar do que ele chamou "o maior movimento de direitos humanos na terra."

Imprensa em silêncio

Os cantos e gritos dos manifestantes se escutaram em toda o percurso mas foram ignorados por meios importantes como o jornal New York Times.

Kristen Walker, vice-presidenta da organização pró-vida New Wave Feminists, disse que há quem "queir faze-nos acreditar que quase meio milhão de pessoas tomando as ruas cada ano pelo aniversário da decisão Roe Vs. Wade não é de interesse jornalístico porque ocorre todos os anos".

Além disso, denunciou que há outros meios como o Washington Post que deram certa cobertura ao evento, mas reduzindo-o a um enfrentamento com os abortistas e alguns comentários em seus blogs online.

O Washington Post "manipulou um evento no qual centenas de milhares de americanos livres de todo o país se reuniram na capital de sua nação para fazer que sua voz seja ouvida, e o apresentou como um pequeno e feio confronto entre fanáticos".

Segundo Walker, a intenção da imprensa secular majoritariamente abortista é apresentar os pró-vida como "um grupo marginal de fanáticos" e desmoralizar os organizadores.

"Quase todos os canais, jornais e revistas são a voz a favor do aborto. Estamos em inferioridade numérica, mas não nos calaremos. A chave para ganhar a guerra da informação quando se trata do aborto está nos novos meios de comunicação" como as redes sociais.

Confira as imagens da Marcha pela Vida acessando:

Créditos: Glória TV / ACI DIGITAL 

Parabéns Nação Rosariana


Caros irmãos (ãs),

Hoje, com muita alegria celebramos 02 anos de existência do Fã Clube Nação Rosariana.
Bendito seja Deus que pela ação do Espírito Santo, gera em nós a criatividade necessária para contribuirmos com a evangelização.
Assim, contemplamos esta iniciativa de nossa irmã Karina Monteiro, que há dois anos foi impulsionada por Deus e pelo carinho à Banda Rosa de Saron e criou o Fã Clube Nação Rosariana que hoje reúne milhares de seguidores em todo o país.

Relembro aqui as palavras do nosso irmão Rogério Feltrin quando dizia que juntar pessoas é muito fácil, mas unir pessoas é algo muito louvável. E que bom perceber que neste tempo a Nação Rosariana não tem somente juntado pessoas, não se trata somente de ter um número para exibir ou contabilizar, mas sim tem unido pessoas em torno de um objetivo, de uma meta: evangelizar através do rock, da fé e da poesia do Rosa de Saron.
E isto tem feito com que cada membro se torne amigo, irmão, verdadeiramente uma família e como família promovam a unidade, a caridade, compartilhem a alegria de ser de Deus, de serem santos de calça jeans, de anunciar Cristo com suas vidas, de propagar a riqueza de nossa música católica, de serem parte integrante desta bela missão chamada Rosa de Saron.

Nosso louvor a Cristo que em nós tudo realiza e através de nós alcança o coração do homem. E neste louvor, também a imensa gratidão por compartilhar deste momento com todos que fazem parte da Nação Rosariana.

A vocês nossa oração, carinho e apoio,

Deus os abençoe!

Fabiano, Marta e Tobias

Maria não é obstáculo mas oportunidade para o diálogo ecumênico


Uma leitura da figura de Maria Santíssima, sem dúvida interessante, pelas ricas e articuladas implicações que inevitavelmente sugere, é aquela “eclesial”. Também atendo-nos estritamente ao dado bíblico, é evidente como a sua experiência, única, de Deus, a sua particularíssima relação com o Altíssimo – cuja Palavra, expressão da Vontade divina, se torna o critério fundamental da sua vida e das suas escolhas – nunca se resolvem somente no mistério do seu Coração, mas se expandem, envolvendo o seu “próximo”: seja o esposo, São José; Isabel e a sua família; os Pastores; os anciãos Simeão e Ana; os esposos de Caná.

O "Evangelho da Infância", como nos foi narrado por Mateus e Lucas, insiste neste caráter “eclesial” da Virgem, que, quase por instinto espiritual, por uma particular moção do Espírito, é levada sempre à unidade, a buscar constantemente novos motivos e canais de diálogo na Fé, estendendo os confins da sua caridade a todos aqueles que Jahweh faz entrar no seu caminho. É Mulher de comunhão, promotora infatigável daqueles laços no Espírito que não remontam nem à carne e nem ao sangue, mas que encontram somente em Deus a sua origem e a sua fonte (cf. Jo 1,13).

A Mãe de Deus, em toda parte, promove a realização daquela dimensão nova, inaugurada pela Encarnação e oficialmente promovida pelo mesmo Cristo, que chama os seus discípulos antes de mais nada a estar com Ele (cf. Mc 3,14), para compartilhar sua vida num seguimento sempre mais exigente e radical. Nesta nova “geração no Espírito” é colocada a Virgem Santa. Cada ícone Evangélico mariano oferece como uma nova perspectiva para compreender o mistério de Cristo e da Igreja, contemplado por ângulos diferentes.

Na anunciação o cenário não se restringe somente ao colóquio com o Anjo, mas rapidamente abre-se a dimensões universais: Aquele que nascerá será portanto santo e chamado Filho do Altíssimo. O que acontece no segredo do Coração e na reserva dos muros domésticos tem imediatamente um reflexo universal, que transcende os limites estreitos da "privacidade", para tornar-se património de todos, referência perene e paradigma para o discípulo do Senhor. Cada gesto, cada moção, cada desejo do Coração Imaculado são por isso “eclesiais”, contribuem para fazer crescer na Fé o povo de Deus, que, de geração em geração, teria atraído luz e Graça dos mistérios vividos pela Virgem. A visitação nos oferece uma imagem vivaz, concreta e "famíliar" de Igreja, que parece realizar plenamente as palavras de Jesus: onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles (cf. Mt 18,20 ). No meio, entre as duas mulheres, está o Filho de Deus, cuja presença é sentida por Isabel – donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor? – E de João que exulta de alegria messiânica no seio materno.

Este não é certamente o lugar para rever todos os inumeráveis passos do Evangelho, que testemunham, numa luz sempre nova, a relação inseparável entre o mistério da Virgem e o mistério da Igreja: basta pensar em Caná, na Cruz, na "vida pública" do Senhor. Qualquer referência evangélica – que identifica Maria como a discípula por excelência, a Filha de Sião, a Arca da Aliança – confirma a riqueza surpreendente de temas e de tons, que ajudam a esclarecer e aprofundar o nexo vital e indispensável de Maria com a comunidade cristã.

Com base nestas observações simples, a pessoa de Maria Santíssima, ao invés de ser quase um obstáculo ao diálogo ecuménico, pelo contrário parece abrir novos caminhos de coesão e de comunhão entre os crentes em Cristo.
Outra razão parece confirmar essa "descoberta" elementar: a descoberta, no coração e na vida, de uma sincera "paixão ecuménica", sobretudo naqueles que cultivaram uma especial devoção mariana. Vem imediatamente à mente o exemplo de João Paulo II, apóstolo incansável do diálogo, promotor de encontro e de relação com todas as Igrejas e consagrado a Deus pelas mãos de Maria Santíssima. O amor filial por Ela aumentou a sensibilidade ecumênica do Pontífice, que percorreu caminhos sempre novos de comunhão e reconciliação, oferecendo gestos de amizade, de disponibilidade, de perdão. A expressão "Totus tuus" significa a total adesão aos desejos da Virgem Maria, não menos importante, da unidade de todos os discípulos de Cristo, ou seja de todos os seus filhos.

Os atos dos Apóstolos começam com o famoso ícone da Virgem Maria, assídua na oração com os apóstolos e com os "irmãos" de Jesus (cf. At 1,14). Parafraseando a expressão e estendendo-a para além dos limites do estreito “parentesco” carnal de Cristo, podemos tomá-la como um renovado desejo de plena comunhão entre os crentes: apesar de "separados", permanecem irmãos do Senhor, em virtude da mesma fé no Ressuscitado e daquela original participação na Igreja nascente, cuja Mãe está presente, com a missão particular de favorecer a caridade e de interceder sem cessar o dom do Espírito.

É claro, os passos a serem dados ainda são muitos: por isso mesmo, mais ainda, nós confiamos naquela materna intercessão, que reconduza a Igreja à primitiva unidade e faça realmente dos cristãos "um só coração e uma só alma" (cf. Atos 4, 32), como a comunidade de Jerusalém há 2000 anos atrás.

Pe Mario Piatti, icms

Fonte: ZENIT

Esperança: Pena de morte em declínio nos EUA


Em 2011, pela primeira vez desde 1976, ano em que foi reintroduzida a pena de morte nos Estados Unidos, o número de novas sentenças capitais foi inferior a 100. São dados do Centro de Informações sobre a Pena de Morte, que publicou seu relatório de final do ano: Pena de Morte em 2011: Relatório Anual.

No ano passado, esse tipo de sentenças caiu para 78, redução drástica desde o ano recorde de 1996, quando foram emitidas 315. O declínio começou no final dos anos 90, quando havia, em média, 300 sentenças à morte por ano. O número tem diminuído de forma constante desde então, com as execuções caindo para 43 em 2011, três a menos que no ano precedente.

Apenas 13 Estados realizaram execuções em 2011, dos quais 74% no sul do país, diz o relatório. Apenas 8 fizeram mais de uma execução. Como de costume, o Texas é o estado com o maior número de execuções: 13. O relatório observa, no entanto, que mesmo esse número representa uma diminuição de 46% em relação a 2009, quando 24 execuções foram realizadas no Estado, havendo redução também na comparação com 2010, ano em que houve 17 execuções.

Desde 1976, do total de 1277 execuções realizadas nos Estados Unidos, 477 foram no Texas, ou 37% do total do país. Em 2011, porém, as novas sentenças de morte caíram para 8 no Estado.

Em janeiro de 2011, o legislativo de Illinois votou a favor da revogação da pena de morte, substituindo-o pela prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. A decisão fez de Illinois o quarto Estado a abolir a pena capital nos últimos quatro anos. Uma das razões que levaram Illinois a esta decisão foi o custo econômico da pena de morte. A comissão estadual descobriu que, nos últimos sete anos, 100 milhões de dólares foram gastos para ajudar municípios envolvidos em processos ligados a crimes capitais.
"As evidências apresentadas a mim por ex-promotores e juízes com décadas de experiência no sistema de justiça criminal me convenceram de que é impossível conceber um sistema que seja consistente, livre de discriminações com base na geografia, na raça ou  nas circunstâncias econômicas e no qual sempre se faça justiça verdadeira", disse o governador, Pat Quinn, que assinou a nova lei.

Atualmente, 34 Estados mantêm a pena de morte no país.
O governador do Oregon, John Kitzhaber, suspendeu uma execução iminente em novembro passado e afirmou que não haveria mais execuções durante o seu mandato.

Em Ohio, a Suprema Corte do Estado convocou um comitê de 21 pessoas para estudar os problemas relacionados com a pena de morte.
O relatório afirma também que um juiz do Supremo Tribunal da Pensilvânia descreveu os trabalhos de apelação realizados em muitos casos de pena capital como "caóticos e inconsistentes", e exigiu "reforma imediata".


Opinião

Continua diminuindo o apoio popular à pena de morte. Uma pesquisa da Gallup sobre a pena de morte, feita no ano passado, revelou que 61% dos entrevistados eram a favor desse tipo de sentença, o nível mais baixo nas últimas décadas.

O relatório 2011 também observou que a aplicação de sentenças de morte continua a ser muito arbitrária. Em 1972, a Suprema Corte impediu a utilização da pena de morte porque considerava que ela era aplicada de modo imprevisível e arbitrário. Após alterações de leis em alguns estados, a Corte Suprema restabeleceu o uso da pena de morte em 1976. No entanto, as sentenças continuam a ser aplicadas de forma inconsistente, de acordo com o
Centro de Informações sobre a Pena de Morte.

Para reforçar esta acusação, foi publicada uma pesquisa recente conduzida pelo Profº John Donohue, da Stanford Law School, que analisou as sentenças de morte de 1973 até 2007 no Estado de Connecticut. De acordo com Donohue, "a gestão do Estado nos casos de pena de morte é uma política caótica no campo da justiça criminal". Ele afirma ainda que o sistema de pena capital no estado é determinado " pela arbitrariedade e pela discriminação".

Segundo o estudo de Donohue, não há diferença significativa entre os crimes passíveis de pena de morte em que os promotores de fato propõem a pena de morte e aqueles em que não o fazem. Fatores raciais também afetam seriamente a probabilidade de se receber uma sentença de morte. Réus que pertencem a uma minoria racial e que cometem assassinatos de vítimas brancas em casos passíveis de pena de morte têm seis vezes mais probabilidade de receber tal sentença do que os réus pertencentes a minorias e que cometem assassinatos em que a vítima também é pertencente a minorias, de acordo com Donohue.

Tudo indica que em 2012 continuará a tendência à diminuição da pena de morte nos Estados Unidos. O Senado da Pensilvânia, por exemplo, aprovou recentemente uma resolução para iniciar um estudo sobre a pena de morte. O relatório vai tocar temas como justiça, igualdade e os custos da pena capital. Desde que a Pensilvânia restabeleceu a pena de morte em 1978, apenas três pessoas foram executadas, mas existem mais de 200 detentos no corredor da morte.

Pe. John Flynn, LC

Fonte: ZENIT

Novo CD do Rosa de Saron - Primeiras imagens e vídeos das gravações


Família Rosariana,

As gravações do novo CD do Rosa de Saron estão acontecendo e como já sabemos muito bem, é um diferencial no Rosa de Saron, esta dinâmica de envolver os fãs em suas ações.
Através das postagens, vídeos e twittes a Banda consegue nos transportar de nossas casas para dentro do estúdio, faz-nos sentir um com eles em todos os momentos. Temos a real sensação de que estamos lá gravando com eles.

Bendito seja Deus por este diferencial que cada vez mais nos torna amigos, irmãos e intercessores do Rosa de Saron.
Abaixo, segue as primeiras imagens e vídeos dos dias de gravação.

Se você quiser acompanhar as atualizações e novidades das gravações, acesse www.rosadesaron.com.br ou o twitter @rosadesaron.

Deus os abençoe!

Fabiano, Marta e Tobias


PRIMEIRAS IMAGENS DAS GRAVAÇÕES

Rosa de Saron

Rosa de Saron

Equipamentos do Estúdio SINCOPA
Estúdio SINCOPA

Encordoamentos usados nos instrumentos


PRIMEIROS VÍDEOS DOS BASTIDORES DA GRAVAÇÃO DO NOVO CD

Ricardo e Guilherme explicam como será o processo de gravação do novo CD 



TwitCam direto dos estúdios SIncopa onde nossos irmãos do Rosa de Saron estão gravando seu novo CD!

Crise da fé é obstáculo para evangelização, salienta Bento XVI

 
 
Para o Papa Bento XVI, um dos obstáculos para o impulso da evangelização é a crise da fé, uma crise que atinge não somente o mundo ocidental, mas grande parte da humanidade. Em sua mensagem para o Dia Mundial das Missões, divulgada pelo Vaticano nesta quarta-feira, 25, o Pontífice salienta que a humanidade simplesmente tem fome e sede de Deus e deve ser convidada e conduzida ao Pão de Vida e Água Viva.

“A ânsia de anunciar Cristo nos impulsiona também a ler a história para detectar os problemas, as aspirações e as esperanças da humanidade, que Cristo deve sanar, purificar e preencher com sua presença. A Sua Mensagem, de fato, é sempre atual, está próprio no centro da história e é capaz de dar resposta as inquietações mais profundas de cada homem”, destaca o Papa.
Este encontro com Cristo preenche a sede do coração e leva ao desejo de compartilhar com os outros esta alegria. O Santo Padre destaca, na mensagem intitulada “Chamados a fazer resplandecer a Palavra de verdade”, que é preciso então renovar o entusiasmo de comunicar a fé para promover uma nova evangelização das comunidades e dos países de antiga tradição cristã, que estão perdendo a referência de Deus, de modo que eles possam redescobrir a alegria de crer.

“A fé em Deus, neste plano de amor realizado em Cristo, é, antes de tudo, um dom e um mistério a ser acolhido, no coração e na vida, e que se deve sempre agradecer ao Senhor. Mas a fé é um dom que nos é dado para que seja dividido; é um talento recebido para poder dar frutos; é uma luz que não deve ser escondida, mas deve iluminar toda a casa; é o dom mais importante que nos foi dado para nossa existência e não podemos detê-lo para nós mesmos”, afirma.

Muitos sacerdotes, religiosos, religiosas, leigos e até mesmo famílias inteiras, de diferentes partes do mundo, deixam os próprios países, as próprias comunidades locais e vão para outras igrejas para testemunhar e proclamar o Nome de Cristo. Para Bento XVI, trata-se de uma expressão de profunda comunhão, partilha e caridade entre as igrejas, para que cada homem possa escutar o anúncio que cura e aproxima-os dos Sacramentos, fonte de verdadeira vida.

Na mensagem , o Papa recordou também e agradeceu as Pontifícias Obras Missionárias, que são instrumentos para a cooperação às missões universais da Igreja no mundo. “Através da ação delas, o anúncio do Evangelho se faz também intervenção na ajuda ao próximo, justiça aos mais pobres, oportunidade de educação nas aldeias mais remotas, assistência médica nos lugares mais afastados, emancipação da miséria, reabilitação de quem está marginalizado, sustento ao desenvolvimento dos povos, superando das divisões étnicas e respeitando a vida em cada fase”.


Anunciar o evangelho: missão da Igreja em todos os tempos

Segundo Bento XVI, retorna com renovada urgência, a necessidade de se anunciar o Evangelho, pois ampliou o número daqueles que ainda não conhecem Cristo. “Os homens que esperam Cristo ainda são numerosos”, afirmou o beato João Paulo II, na Encíclica Redemptoris missio sobre a permanente validade do mandamento missionário. João Paulo II reforça que “não podemos ficar tranquilos, pensando nos milhões de nossos irmãos e irmãs, também redimidos pelo sangue de Cristo, que vivem sem conhecer o amor de Deus”.

“Precisamos, portanto voltar ao mesmo zelo apostólico das primeiras comunidades cristãs, que mesmo pequenas e indefesas, foram capazes, com o anúncio e testemunho, de difundir o Evangelho em todo mundo até então conhecido”, destaca Bento XVI.

Para o Pontífice, todos os componentes do grande mosaico da Igreja devem sentir-se fortemente chamados a cumprir o mandamento do Senhor de pregar o Evangelho, a fim que Cristo seja anunciado a todos. “Como São Paulo, devemos ser atentos aos afastados, aqueles que não conhecem ainda Cristo e não experimentaram a paternidade de Deus”, pede o Papa.

Fonte: CN NEWS

Silêncio e Palavra - Mensagem do Papa Bento XVI para o 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais

 
Na manhã desta terça-feira, 24, às 11h30 (horário de Roma) a mensagem do Papa Bento XVI para o 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais foi apresentada, numa coletiva de imprensa, pelo presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli.
Nesta mensagem, explica o presidente do órgão vaticano, Bento XVI busca fazer uma reflexão sobre a cultura da comunicação social, oferecendo sugestões aos homens de hoje e orientações as ações pastorais da Igreja.

“Nos últimos anos, o Papa esteve muito atento aos processos e às dinâmicas da comunicação, especialmente no contexto da transformação cultural originada dos desenvolvimentos tecnológicos”, salienta Dom Celli.

Neste ano, o Santo Padre dirigiu uma atenção especial no que ele chama de “elementos clássicos” da comunicação: o silêncio e a palavra, algo que, segundo ele, se torna mais importante na cultura digital.

Dom Celli esclarece que o silêncio não é a falta de comunicação, ele faz parte do fluxo das mensagens e informações que caracteriza a nova cultura da comunicação.


Confira na íntegra a mensagem do papa Bento XVI:

Amados irmãos e irmãs,

Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.

O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.

Grande parte da dinâmica actual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.

No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).

Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem actual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Omnipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.

Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.

Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «acções e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.

Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da acção comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

Vaticano, 24 de Janeiro – dia de São Francisco de Sales – de 2012.

Fonte: CN NEWS/ZENIT
 
Copyright © 2013 FabianoMartaTobias