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Missão é serviço, diz Dom Orani Tempesta celebrando o DNJ 2011


 Neste final de semana celebramos o Dia Nacional da Juventude! É uma ótima ocasião para darmos alguns passos para a motivação e participação na Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá aqui no Rio de Janeiro.

Estamos também encerrando o mês das Missões, com a firme convicção de estarmos permanentemente em missão. A Palavra de Deus deste 31º Domingo do Tempo Comum ilumina nossas vidas para vermos, tanto como missionários como também como sede da JMJ, aqueles que agem como servidores – é uma missão, é um serviço, a que todos somos chamados a prestar, tanto à Igreja como à Sociedade.

Quando lemos os Evangelhos, ainda ficamos surpresos diante da acolhida que as multidões reservam para Jesus. Havia dias em que o Mestre não tinha um momento de paz: as pessoas vinham de toda parte para ouvir sua palavra. Os testemunhos dos Evangelhos dizem unanimemente que era principalmente a sua palavra que encantava as multidões, e as pessoas aproximavam-se Dele principalmente para ouvi-Lo.

Jesus anunciava de maneira nova aquilo que já estava inspirado e colocado por escrito na Bíblia. Basta pensar no Evangelho do domingo passado, quando Jesus responde à pergunta sobre o maior mandamento ao citar as palavras da lei judaica: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração!” (cf. Mt 22,27; Deuteronômio 6,5). Parece que as multidões estavam cansadas de muitas palavras que ouviam nas sinagogas todos os sábados e, ao invés disso, vieram até Jesus porque Ele "os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas" (Mateus 7, 29). Precisamente esta última referência revela o segredo de Jesus – Ele falou "como quem tem autoridade". Havia uma autoridade em seus discursos novos e inesperados, que os escribas e fariseus não possuíam. O último fato – como o próprio Jesus diz no Evangelho deste domingo (Mt 23,1-12) – "dizem e não fazem; atam fardos pesados ​​e os põem aos ombros dos homens, mas eles não querem movê-los com um dedo". E eles perderam a sua autoridade, porque só falam "para serem vistos pelos homens", sem realmente acreditar no que diziam. É uma dura palavra que ressoa até hoje em nossos ouvidos e nos questiona profundamente.

Esta é uma crítica muito dura que Jesus dirige ainda hoje a todos nós, pois Jesus nos exorta para não criticarmos os outros, mas para examinarmos a nós mesmos: de fato continua seu discurso dizendo "você" e não "eles" ("não sejais chamados Rabi! E não sejais chamado de mestres" - Mt 23,8.10).
Da mesma forma que aconteceu naquela época aos escribas e fariseus, mas não aconteceu com Jesus, Ele falava com autoridade porque Ele dizia e fazia. Estamos lendo a confirmação do Evangelho deste domingo, quando Ele recomenda aos seus discípulos para ser servos uns dos outros: "o maior entre vós será vosso servo" (Mateus 23, 11). Todos sabemos que Jesus, num gesto de doação, lava os pés dos seus discípulos, e, com esse gesto, resume o serviço de doação que tantas vezes Ele recomendou e que Ele vai cumprir depois de algumas horas na cruz.

De fato, Jesus disse e fez: ele falou com autoridade porque acreditava profundamente no que dizia e diz para nós até hoje. Ainda ressoa em meus ouvidos as palavras do Servo de Deus, o Papa Paulo VI, quando escreveu sobre a evangelização: “os homens de hoje escutam muito mais as testemunhas que os mestres, e se escutam os mestres é porque são testemunhas”. Aí está o grande segredo de todo trabalho e toda pregação, seja nas igrejas, seja nas praças, seja pelos meios de comunicaçao e até mídias sociais: ser testemunha daquilo que se fala. O segredo da missão evangelizadora está na pessoa que atua! Por isso o texto do evangelho deste domingo nos questiona profundamente e nos exorta a dar passos concretos na direção de uma vida coerente e transparente. E este é o milagre: que possamos renovar e devolver um sentido de coerência para as muitas palavras que trocamos e pregamos todos os dias.

Eu sou daqueles que dizem e não fazem? A palavra de Deus queima os lábios se é mal pronunciada, mas ela queima também se é pronuncida e não é vivida. Realmente, o que anuncio é porque as palavras são eco de um fogo de vida no Espírito Santo que arde dentro de mim? Precisamos ouvir o Senhor, para depois, vivendo com alegria a Boa Nova, anunciar aos irmãos e irmãs.
Podemos perceber no Evangelho algumas situações que esvaziam nossas vidas e que deveriam ser mudadas em nosso dia a dia. Uma situação é a hipocrisia: digo e não faço. A incoerência de vida diante do que falamos sem vivenciarmos com simplicidade e coerência a Palavra de Deus. Outra situação é a vaidade: tudo fazem para serem admirados. O objetivo é conseguir fama e nada mais. Não é um serviço ao Reino de Deus. A vaidade torna o interior vazio. Ainda uma outra situação: o gosto do poder: impõem cargas pesadas a todos. O Evangelho oferece alguns caminhos de mudança: em vez de aparecer, agir secretamente; a simplicidade ao invés da duplicidade, o serviço ao invés do poder. O maior mandamento, diz Jesus, é "Amarás" e na liturgia de hoje acrescenta: o maior entre vós será vosso servo.

Ao celebrarmos, concomitantemente, o Dia Nacional da Juventude, é bom lembrar que a juventudade dá muito valor à autenticidade evangélica. A juventude quer líderes que tenham coerência na pregação e na ação. Notamos isso pelos movimentos que espoucam por todos os cantos do mundo e também em nosso país, exigindo coerência e transparência.
Aquele que é o Senhor e Salvador de todos escolheu o caminho do servo: está aos pés de todos, é o servidor que lava os pés dos discípulos. Aquele que é Deus conosco cinge uma toalha e quer curar todas as feridas da terra. Servo sem igual! E se deve haver uma hierarquia na Igreja, será invertida em relação às normas da sociedade sobre a terra: “vocês são todos irmãos”. E, em seguida, inverteu novamente, por Cristo, que se tornou irmão, mas depois se tornou o último dos irmãos. Jesus muda a raiz do poder. Nosso Senhor Jesus Cristo revela que todo homem é capaz de poder, se ele é capaz do serviço.


Todos nós que buscamos entender a sociedade hodierna e encontramos caminhos para uma convivência pacífica entre os povos temos na Palavra deste domingo um bom caminho a seguir: Serviço. Este é o nome secreto da civilização do amor, porque este é o estilo que Deus escolheu.

Dom Orani João Tempesta é arcebispo do Rio de Janeiro.

Fonte: ZENIT

1° Encontro Cristão das Redes Sociais


I ENCONTRO CRISTÃO DAS REDES SOCIAIS:
CONECTADOS A CRISTO

A Igreja Católica vem se empenhando em disseminar o Evangelho de Jesus Cristo através das redes sociais e assim atingir uma parcela de seus fiéis que as utilizam, mantendo sempre a preocupação com a coerência e fidelidade aos ensinamentos da doutrina Cristã.

Em obediência ao Santo Padre, o Papa Bento XVI que diz: Comunicar o Evangelho através dos novos mídia significa não só inserir conteúdos declaradamente religiosos nas plataformas dos diversos meios, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente nele”

Atenta a necessidade de estimular a disseminação da Palavra de Deus nos diversos meios de comunicação a Paróquia Menino Jesus de Praga promoverá no dia 12 de novembro de 2011, o I Encontro cristão das redes sociais:conectados a Cristo, que  tem o objetivo de discutir o papel  das redes sociais na Evangelização.

Data: 12 de Novembro de 2011
Local: Paroquia Menino Jesus de Praga - Bancarios
Cidade/Estado: João Pessoa / PB
Realização: Paroquia Menino Jesus de Praga
 
PROGRAMAÇÃO
LOCAL: PARÓQUIA MENINO JESUS DE PRAGA – BANCÁRIOS

19:00hs –  Santa Missa
20:00hs – Abertura: Padre Marcondes Meneses
  • Mesa redonda: O Papel das Redes Sociais na Evangelização
Participantes:
ü  Caetano Falcão (Abraço Solidário)
ü  Raoni Mendes
ü  Padre Joãozinho (presença virtual)
ü  Fred Pacheco (Banda Dom - presença virtual)

21:00hs:
  • Lançamento do site da paróquia
  • Homenagem aos 02 anos do blog aarmaduradocristão.blogspot.com;
  • Homenagem dos 07 anos do site www.anjosdejesus.com
21:30min:
ü  Show da Banda HN

Fonte: Blogs Aarmaduradocristão e anjosdejesus

HI GOD! Um dia com Deus - Simplesmente demais!!

  

A avenida Central, em Braga, foi nesta tarde o palco de uma coreografia a realizar pelos cerca de 300 jovens participantes na iniciativa “Hi God – Um dia com Deus”, organizada por movimentos juvenis católicos da arquidiocese.

Este “flash mob”, expressão inglesa que designa uma ação repentina por um grupo de pessoas em locais públicos, vai representar pelas 15h00 “uma dança de diferentes povos”, revelou hoje à Agência ECCLESIA um dos membros pela organização, Paulo Barbosa.

A quarta edição do “Hi God”, organizada pelo “Grupo de Peregrinos”, plataforma informal de organizações de jovens católicos, tem como tema “Deus para todos”, baseado no mote lançado pela Comissão Justiça e Paz da arquidiocese bracarense, em parceria com a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

O encontro começou esta manhã com a apresentação de um vídeo e a intervenção do arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, seguida de conferências proferidas por Catarina Bettencourt, presidente da AIS em Portugal, Félix Lungu, da mesma instituição, e Bernardino Silva, que dirige a Comissão Justiça e Paz diocesana.

Após a vertente teórica decorreram 15 oficinas práticas, em que os participantes concretizaram “de forma metafórica a privação de liberdade”, evocando “o que acontece neste momento em países como o Egito”, explicou Paulo Barbosa.

“Os jovens foram presos nas pernas ou nas mãos, ou ficaram de olhos vendados, sendo desafiados a seguirem alguns rituais cristãos”, acrescentou.

Depois da coreografia desta tarde, o programa prossegue na Faculdade de Teologia, com testemunhos de missionários leigos e padres que estiveram nos “contextos adversos” de Taiwan e centro de África, além de um padre indiano que vai relatar a sua experiência no país de origem e a adaptação a Portugal, onde está atualmente a trabalhar.

O encontro termina com a missa marcada para as 19h15, presidida por um sacerdote missionário português que dentro de dias parte para o Congo.

Fonte: Agência ECCLESIA

Quer conhecer mais sobre o HI GOD?

Vídeo de divulgação do HI GOD. Confiram!!!


Caros irmãos (ãs),

Que beleza é a nossa Igreja, que beleza é a criatividade que o Espírito Santo fecunda em nós. Que linda é a ação de Deus em favor do seu povo.
Bendito seja Deus que nos alcança.
Fica aí o desafio para todos: Estamos evangelizando com criatividade e ousadia???

Deus os abençoe!!

Fabiano, Marta e Tobias

“Este governo vai estar baseado nos Dez Mandamentos", diz Presidente católico da Zâmbia.


Este governo vai estar baseado nos Dez Mandamentos: Não roubarás e te comportarás com o próximo como gostaria que o próximo se comportasse contigo”, declarou Michael Sata (foto acima), novo presidente da Zâmbia, que tomou posse no último 23 de setembro (Cfr.: El Pais, 10/10/11).

No momento em que muitos governantes americanos e europeus parecem não encontrar meios adequados para dirigir seus países, o líder africano, conforme considerações dele feitas numa igreja de um dos melhores bairros de Lusaka, capital da Zâmbia, vai seguir uma fórmula simples e antiga.

Michael Sata, com 74 anos, é o primeiro presidente católico do país. Ele nasceu na colônia britânica da Rodésia do Norte, atual República da Zâmbia. Em sua juventude mudou-se para a metrópole e trabalhou como faxineiro e carregador de malas em diversas estações ferroviárias de Londres. Voltou a seu país em
1964, antes da independência e ocupou vários cargos de ministro no governo de Kenneth Kaunda, o primeiro presidente da Zâmbia.

Em 1973, o país fechou suas fronteiras com a Rodésia do Sul, atual Zimbábue, em oposição ao regime racista de Ian Smith. A política adotada depois da independência foi a de manter os colonos brancos e não expulsá-los como fizeram a maior parte das ex-colônias europeias na África.

Com uma linguagem mordaz e sua retórica anti-China, Sata recebeu o apelido de “Rei Cobra”. Chegou a declarar na campanha presidencial de 2007, em face da invasão chinesa, sua preferência aos antigos colonizadores ingleses: “Queremos que a China saia e que voltem nossos antigos governantes coloniais.
Eles também exploravam nossos recursos naturais, mas pelo menos cuidavam de nós. Construíram escolas, nos ensinaram seu idioma e nos trouxeram a civilização britânica”.

Sendo a Zâmbia a maior produtora de cobre da África, a China, que é a maior consumidora do mundo deste mineral, investiu muito dinheiro para a construção de fábricas nesse país. No entanto, a população não está nada satisfeita com o “companheiro” de negócios. Nessas empresas apenas funcionários chineses
podem ocupar os maiores cargos e forçam os moradores locais a trabalhar de forma desumana nas minas.

O novo presidente também ordenou o aumento do salário mínimo, que é de 84 dólares por mês. A medida atinge sobre tudo as empresas chinesas, conhecidas no país por pagar o mínimo possível a seus trabalhadores.

Fonte: Conservador.blog.br

Cristão deve caminhar contra a corrente, afirma Bento XVI


O Papa criticou hoje as uniões conjugais fora do sacramento do matrimónio, a feitiçaria e o tribalismo étnico que ocorrem em Angola e São Tomé e Príncipe, durante a audiência que concedeu no Vaticano a bispos daqueles países.

No discurso revelado pela Sala de Imprensa da Santa Sé, Bento XVI afirmou que o primeiro dos “três escolhos” onde “naufraga a vontade de muitos santomenses e angolanos que aderiram a Cristo” é o “chamado ‘amigamento’, que contradiz o plano de Deus para a geração e a família humana”.

“O reduzido número de matrimónios católicos, nas vossas comunidades, indica uma hipoteca que grava sobre a família, cujo valor insubstituível para a estabilidade do edifício social conhecemos”, acentuou o Papa.

Depois de lembrar que a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé “escolheu o matrimónio e a família como prioridades”, Bento XVI vincou que o “amor esponsal” deve ser “único e indissolúvel”, sendo este um “tesouro precioso” que “deve ser salvaguardado, custe o que custar”.

O segundo obstáculo que a Igreja Católica deve resolver é a divisão “entre o cristianismo e as religiões tradicionais africanas” patente nos batizados: “Aflitos com os problemas da vida, não hesitam em recorrer a práticas incompatíveis com o seguimento de Cristo”.

“Efeito abominável é a marginalização e mesmo o assassinato de crianças e idosos, a que são condenados por falsos ditames de feitiçaria”, denunciou o Papa, que pediu aos prelados para chegarem a um método que conduza à “definitiva erradicação” daquelas práticas, “com a colaboração dos governos e da sociedade civil”.

A intervenção de Bento XVI também mencionou os “resquícios de tribalismo étnico palpáveis nas atitudes de comunidades que tendem a fechar-se, não aceitando pessoas originárias doutras partes da nação”.

Na Igreja “não há lugar para qualquer tipo de divisão”, dado que o “vínculo de fraternidade é mais forte” do que o das famílias e das tribos, salientou o Papa.

“Os cristãos respiram o espírito do seu tempo e sofrem a pressão dos costumes da sociedade em que vivem; mas, pela graça do Batismo, são chamados a renunciar às tendências nocivas imperantes e a caminhar contracorrente”, frisou Bento XVI.

A audiência do Papa a membros da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé conclui a série de encontros que os bispos iniciaram na segunda-feira, no contexto da visita “ad limina”, abreviatura de “ad sacra limina Apostolorum (“aos sagrados túmulos dos Apóstolos”).

A expressão é usada para a visita que o bispo diocesano deve fazer a cada cinco anos a Roma para venerar os túmulos de São Pedro e São Paulo, estar com o Papa e apresentar-lhe o relatório do estado da sua diocese.
Bento XVI evocou a deslocação realizada em março de 2009 a Luanda, onde celebrou "Jesus Cristo no meio dum povo que não se cansa de O procurar, amar e servir com generosidade e alegria".

Fonte: Agência Ecclesia

Concurso para letra do Hino Oficial da JMJ 2013 será lançado neste domingo


O Instituto JMJ RIO2013 lançará neste domingo, 30, o concurso para escolher a letra do Hino Oficial da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) RIO2013. O anúncio do concurso e os detalhes do regulamento serão dados pelo presidente do Instituto e Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, durante a celebração do Dia Nacional da Juventude (DNJ), na Cidade do Samba, a partir das 9h.
 
Assim como a Logomarca, o Hino faz parte da identidade da JMJ. Será a canção que animará e embalará os preparativos e a realização do evento que irá trazer o
papa Bento XVI ao Brasil para este tradicional encontro com os jovens. O concurso da Logo foi iniciado no dia 18 de setembro e termina no dia 31 deste mês.

O resultado será divulgado em dezembro, em solenidade no Santuário do Cristo Redentor.
O regulamento do Concurso para escolha da letra do Hino da JMJ RIO2013 e a ficha de inscrição estarão disponíveis no site oficial da Jornada (www.rio2013.com) a partir do dia 1º de novembro.

O tema da 26ª edição do Dia Nacional da Juventude (DNJ) DNJ este ano será “Tecendo Relações de
Vida”que terá início às 9h deste domingo, 30, na Cidade do Samba (Rua Rivadávia Correa, 60 – Gamboa). O evento será o primeiro encontro oficial com os jovens neste caminho de preparação para a JMJ RIO2013 e tem como objetivo celebrar a alegria e vivacidade da juventude católica carioca.

Na parte da manhã, às 10h, será celebrada a Santa
Missa, com Dom Orani João Tempesta, depois da qual Dom Orani fará o anúncio do Concurso para a escolha do Hino da JMJ. Na parte tarde está programada uma palestra com a co-fundadora da Comunidade Católica Shalom, Maria Emmir Oquendo Nogueira, além de shows e oficinas para os jovens.

Mais informações através do site www.rio2013.com

Uma grande santidade começa aprendendo-se a arte da delicadeza


Os cristãos são como luz para os outros, para todos os homens do mundo inteiro. Se somos cristãos, temos de ser semelhantes a Cristo.
Se quereis aprendê-la, a arte da delicadeza far-vos-á cada vez mais semelhantes a Cristo, pois o Seu coração era humilde e Ele estava sempre atento às carências dos homens. Uma grande santidade começa por essa atenção aos outros.
Para ser bela, a nossa vocação deve estar cheia dessa atenção. Por onde Jesus passou, fez o bem. E a Virgem Maria em Caná só pensou nas necessidades dos outros e em comunicá-las a Jesus.
Um cristão é um tabernáculo de Deus vivo. Ele criou-me, Ele escolheu-me, Ele veio habitar-me, porque precisava de mim.
Agora que sabeis quanto Deus vos ama, o que há de mais natural para vós do que passar o resto da vossa vida a resplandecer desse amor? Ser Cristo é amar como somos amados, como Cristo nos amou.

Bem-aventurada Teresa de Calcutá

IMPERDÍVEL! Discurso do Papa Bento XVI em Assis


Queridos irmãos e irmãs,
distintos Chefes e representantes das Igrejas
e Comunidades eclesiais e das religiões do mundo,
queridos amigos,

Passaram-se vinte e cinco anos desde quando pela primeira vez o beato Papa João Paulo II convidou representantes das religiões do mundo para uma oração pela paz em Assis. O que aconteceu desde então? Como se encontra hoje a causa da paz? Naquele momento, a grande ameaça para a paz no mundo provinha da divisão da terra em dois blocos contrapostos entre si. O símbolo saliente daquela divisão era o muro de Berlim que, atravessando a cidade, traçava a fronteira entre dois mundos. Em 1989, três anos depois do encontro em Assis, o muro caiu, sem derramamento de sangue. Inesperadamente, os enormes arsenais, que estavam por detrás do muro, deixaram de ter qualquer significado. Perderam a sua capacidade de aterrorizar. A vontade que tinham os povos de ser livres era mais forte que os arsenais da violência. A questão sobre as causas de tal derrocada é complexa e não pode encontrar uma resposta em simples fórmulas. Mas, ao lado dos factores económicos e políticos, a causa mais profunda de tal acontecimento é de carácter espiritual: por detrás do poder material, já não havia qualquer convicção espiritual. Enfim, a vontade de ser livre foi mais forte do que o medo face a uma violência que não tinha mais nenhuma cobertura espiritual.

Sentimo-nos agradecidos por esta vitória da liberdade, que foi também e sobretudo uma vitória da paz. E é necessário acrescentar que, embora neste contexto não se tratasse somente, nem talvez primariamente, da liberdade de crer, também se tratava dela. Por isso, podemos de certo modo unir tudo isto também com a oração pela paz.

Mas, que aconteceu depois? Infelizmente, não podemos dizer que desde então a situação se caracterize por liberdade e paz. Embora a ameaça da grande guerra não se aviste no horizonte, todavia o mundo está, infelizmente, cheio de discórdias. E não é somente o facto de haver, em vários lugares, guerras que se reacendem repetidamente; a violência como tal está potencialmente sempre presente e caracteriza a condição do nosso mundo. A liberdade é um grande bem. Mas o mundo da liberdade revelou-se, em grande medida, sem orientação, e não poucos entendem, erradamente, a liberdade também como liberdade para a violência. A discórdia assume novas e assustadoras fisionomias e a luta pela paz deve-nos estimular a todos de um modo novo.

Procuremos identificar, mais de perto, as novas fisionomias da violência e da discórdia. Em grandes linhas, parece-me que é possível individuar duas tipologias diferentes de novas formas de violência, que são diametralmente opostas na sua motivação e, nos particulares, manifestam muitas variantes.

Primeiramente temos o terrorismo, no qual, em vez de uma grande guerra, realizam-se ataques bem definidos que devem atingir pontos importantes do adversário, de modo destrutivo e sem nenhuma preocupação pelas vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas. Aos olhos dos responsáveis, a grande causa da danificação do inimigo justifica qualquer forma de crueldade. É posto de lado tudo aquilo que era comummente reconhecido e sancionado como limite à violência no direito internacional.

Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que precisamente o carácter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do «bem» pretendido. Aqui a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência.

A crítica da religião, a partir do Iluminismo, alegou repetidamente que a religião seria causa de violência e assim fomentou a hostilidade contra as religiões. Que, no caso em questão, a religião motive de facto a violência é algo que, enquanto pessoas religiosas, nos deve preocupar profundamente. De modo mais subtil mas sempre cruel, vemos a religião como causa de violência também nas situações onde esta é exercida por defensores de uma religião contra os outros. O que os representantes das religiões congregados no ano 1986, em Assis, pretenderam dizer – e nós o repetimos com vigor e grande firmeza – era que esta não é a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição. Contra isso, objecta-se:

Mas donde deduzis qual seja a verdadeira natureza da religião? A vossa pretensão por acaso não deriva do facto que se apagou entre vós a força da religião? E outros objectarão: Mas existe verdadeiramente uma natureza comum da religião, que se exprima em todas as religiões e, por conseguinte, seja válida para todas? Devemos enfrentar estas questões, se quisermos contrastar de modo realista e credível o recurso à violência por motivos religiosos. Aqui situa-se uma tarefa fundamental do diálogo inter-religioso, uma tarefa que deve ser novamente sublinhada por este encontro. Como cristão, quero dizer, neste momento: É verdade, na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã. Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza. O Deus em quem nós, cristãos, acreditamos é o Criador e Pai de todos os homens, a partir do qual todas as pessoas são irmãos e irmãs entre si e constituem uma única família. A Cruz de Cristo é, para nós, o sinal daquele Deus que, no lugar da violência, coloca o sofrer com o outro e o amar com o outro. O seu nome é «Deus do amor e da paz» (2 Cor 13,11). É tarefa de todos aqueles que possuem alguma responsabilidade pela fé cristã, purificar continuamente a religião dos cristãos a partir do seu centro interior, para que – apesar da fraqueza do homem – seja verdadeiramente instrumento da paz de Deus no mundo.

Se hoje uma tipologia fundamental da violência tem motivação religiosa, colocando assim as religiões perante a questão da sua natureza e obrigando-nos a todos a uma purificação, há uma segunda tipologia de violência, de aspecto multiforme, que possui uma motivação exactamente oposta: é a consequência da ausência de Deus, da sua negação e da perda de humanidade que resulta disso. Como dissemos, os inimigos da religião vêem nela uma fonte primária de violência na história da humanidade e, consequentemente, pretendem o desaparecimento da religião. Mas o «não» a Deus produziu crueldade e uma violência sem medida, que foi possível só porque o homem deixara de reconhecer qualquer norma e juiz superior, mas tomava por norma somente a si mesmo. Os horrores dos campos de concentração mostram, com toda a clareza, as consequências da ausência de Deus.

Aqui, porém, não pretendo deter-me no ateísmo prescrito pelo Estado; queria, antes, falar da «decadência» do homem, em consequência da qual se realiza, de modo silencioso, e por conseguinte mais perigoso, uma alteração do clima espiritual. A adoração do dinheiro, do ter e do poder, revela-se uma contra-religião, na qual já não importa o homem, mas só o lucro pessoal. O desejo de felicidade degenera num anseio desenfreado e desumano como se manifesta, por exemplo, no domínio da droga com as suas formas diversas. Aí estão os grandes que com ela fazem os seus negócios, e depois tantos que acabam seduzidos e arruinados por ela tanto no corpo como na alma. A violência torna-se uma coisa normal e, em algumas partes do mundo, ameaça destruir a nossa juventude. Uma vez que a violência se torna uma coisa normal, a paz fica destruída e, nesta falta de paz, o homem destrói-se a si mesmo.

A ausência de Deus leva à decadência do homem e do humanismo. Mas, onde está Deus? Temos nós possibilidades de O conhecer e mostrar novamente à humanidade, para fundar uma verdadeira paz? Antes de mais nada, sintetizemos brevemente as nossas reflexões feitas até agora. Disse que existe uma concepção e um uso da religião através dos quais esta se torna fonte de violência, enquanto que a orientação do homem para Deus, vivida rectamente, é uma força de paz. Neste contexto, recordei a necessidade de diálogo e falei da purificação, sempre necessária, da vivência da religião. Por outro lado, afirmei que a negação de Deus corrompe o homem, priva-o de medidas e leva-o à violência.

Ao lado destas duas realidades, religião e anti-religião, existe, no mundo do agnosticismo em expansão, outra orientação de fundo: pessoas às quais não foi concedido o dom de poder crer e todavia procuram a verdade, estão à procura de Deus. Tais pessoas não se limitam a afirmar «Não existe nenhum Deus», mas elas sofrem devido à sua ausência e, procurando a verdade e o bem, estão, intimamente estão a caminho d’Ele. São «peregrinos da verdade, peregrinos da paz». Colocam questões tanto a uma parte como à outra. Aos ateus combativos, tiram-lhes aquela falsa certeza com que pretendem saber que não existe um Deus, e convidam-nos a tornar-se, em lugar de polémicos, pessoas à procura, que não perdem a esperança de que a verdade exista e que nós podemos e devemos viver em função dela. Mas, tais pessoas chamam em causa também os membros das religiões, para que não considerem Deus como uma propriedade que de tal modo lhes pertence que se sintam autorizados à violência contra os demais. Estas pessoas procuram a verdade, procuram o verdadeiro Deus, cuja imagem não raramente fica escondida nas religiões, devido ao modo como eventualmente são praticadas. Que os agnósticos não consigam encontrar a Deus depende também dos que crêem, com a sua imagem diminuída ou mesmo deturpada de Deus. Assim, a sua luta interior e o seu interrogar-se constituem para os que crêem também um apelo a purificarem a sua fé, para que Deus – o verdadeiro Deus – se torne acessível. Por isto mesmo, convidei representantes deste terceiro grupo para o nosso Encontro em Assis, que não reúne somente representantes de instituições religiosas. Trata-se de nos sentirmos juntos neste caminhar para a verdade, de nos comprometermos decisivamente pela dignidade do homem e de assumirmos juntos a causa da paz contra toda a espécie de violência que destrói o direito. Concluindo, queria assegura-vos de que a Igreja Católica não desistirá da luta contra a violência, do seu compromisso pela paz no mundo.

Vivemos animados pelo desejo comum de ser «peregrinos da verdade, peregrinos da paz».

Atenção!!! Últimos dias da Promoção - Rosa, essa guita é minha!!


Atenção galera,

Últimos dias para você mandar o seu vídeo imitando o Guilherme de Sá e concorrer a uma super guitarra  Stringerg autografada pelo Rosa de Saron.

A promoção vai até o dia 30 de outubro (Domingo).

Veja o regulamento:

- 01. O video deverá ter no máximo 30 segundos.

- 02 . A Banda escolherá o vencedor que ganhará uma guitarra (Strinberg) autografada pela banda.

- 03. As inscrições dos vídeos irão até o dia 30 de outubro

- 04. Será aceito apenas um vídeo por pessoa

- 05. O resultado será anunciado dia 06 de Novembro pela internet

Deus os abençoe e vamos participar. Mais informações acesse o site oficial da Banda Rosa de Saron - www.rosadesaron.com.br

Fabiano, Marta e Tobias

Nomeada Comissão Especial da CNBB para a JMJ 2013


Nesta quinta-feira, 27 de outubro, a presidência da CNBB nomeou a Comissão Especial para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
Esta comissão e suas equipes, cujas possibilidades principais dizem respeito à Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora e à Pré-Jornada, trabalharão integradas ao Comitê Organizador Local (COL) da JMJ da Arquidiocese do Rio de Janeiro.















Compõem a Comissão:

Dom Leonardo Steiner (Coordenador)
Dom Eduardo Pinheiro da Silva (Secretário Geral)
Dom Joaquim Giovani Mol
Pe. Antonio Ramos do Prado
Pe. Carlos Sávio da Costa Ribeiro
Sr. Francisco Vitor Bouissou
Sr. Hugo José Sarubbi Cysneiros Oliveira
Ir. Maria Eugênia Lloris
Ir. Roziana Abílio Freire
Pe. Valdeir dos Santos Goulart
Sr. Vitor César do Carmo Dalmas

As Equipes de Trabalho serão coordenadas por: Pe. João Carlos Almeida, Pe. Sérgio Lúcio A. Costa, Sr. José Wilde Alencar dos Santos, Sr. André Jorge Simão e Pe. Alex Cordeiro.

Junto a estas Equipes trabalharão vários outros jovens e adultos.

Que todos nós possamos estar unidos em oração e ação com estes nossos irmãos.

Deus os abençoe!!!

Fonte: CNBB

Amar é uma decisão do coração


Caros leitores,

Amar exige de nós uma disposição, uma decisão. Muitas vezes ouvimos casais que dizem que estão deixando de amar ou que o amor acabou.
Nós porém dizemos a eles: " Não, o amor não acabou. Vocês estão desistindo de amar."
Quando casamos nos decidimos a amar, cuidar, se doar a alguém e fazê-lo (a) feliz. É Deus que nos torna um, que nos une.
Ao longo da caminhada matrimonial vamos conhecendo o outro mais e mais. Vamos conhecendo as qualidades, os defeitos, as limitações e tudo isso deve nos impulsionar a estar mais ainda unido ao outro para fazê-lo crescer naquilo que se faz necessário na vida um do outro.

O amor não se restringe em sentir. O amor é concreto. Amar é muito mais que sentimento. É ação na vida. É a sua vida que se derrama na vida dele e  a vida dele que se derrama na sua, gerando frutos de felicidade.

Eu devo olhar para aquele que é carne da minha carne, osso dos meus ossos e dizer: "todos os dias eu decido por você, quero ser canal de Deus na sua vida, para que nossa união seja para nós escada para o céu."

O amor não é fantasia. É realidade. Amar é doar-se, é consumir-se pelo outro. É renunciar a si mesmo em favor da felicidade do outro. O amor não é uma condição: "Eu te amo se você mudar!" Mas sim, eu te amo apesar da sua dificuldade e te ajudarei a sair dela.

O seu esposo é um presente de Deus para você. Sua esposa é um presente de Deus para você. Como você está cuidando deste presente?
É um presente muito caro aos olhos de Deus pois lhe custou a vida de Cristo. Deus se faz presente na vida do casal. Muitas vezes não o percebemos por causa da nossa arrogância e egoísmo. Cuide bem daquele (a) que Deus te confiou.
Seja fiel no pouco, porque Deus sabe tudo que precisamos. Ame sem impôr condições. Você já imaginou se Deus lhe dissesse: "Ou você muda ou te abandono." Já imaginou???
Deus não desiste de ti. Não desista do seu matrimônio. Decida-se por amar e amar ate doer. Na alegria e na tristeza, na saúde, na doença, amando e respeitando-o (a) todos os dias da minha vida.

"Ah! Mais tá difícil!" - Ame na dificuldade!
"Hoje ela me maguou!" - Converse com ela. Não deixe para amanhã. Resolva hoje. É muito importante para o casal não guardar ressentimentos.

Padre Zezinho nos diz na música Oração pela Família: Que marido e mulher tenham força de amar sem medida... O amor não se mede, nem por um padrão, ou por um conceito. O amor dos esposos, espelhado no amor de Deus, deve transbordar para o outro.
Devemos deixar que o "fazer" todos os dias se traduza em amor. e em gestos simples podemos enxergar isso. O meu esposo por exemplo: Ele transborda o amor que tem por mim em uma rosa, em um chocolate, em um café na cama, no cuidado com a cortina da janela do nosso quarto porque a claridade me incomoda.
Todos os dias reconheço nele a capacidade, a disposição e a decisão de me amar. E sou muito grata a Deus pelo dom que ele é para mim como esposo e para o nosso filho como pai.

O amor dos esposos agrada profundamente o coração de Deus. Deus os uniu para algo maravilhoso, por isso o casal deve estar sempre aos pés de Cristo pois é Dele que vem o sustento espiritual para o matrimônio. Clame o Espírito Santo para que o seu coração seja inflamado pelo amor de Deus e a partir deste amor possa viver de forma plena o estado de vida ao qual o Senhor te consagrou.
O amor rege o coração do homem e da mulher, porque o amor vem de Deus.
Cuide bem de quem você ama!

Até a próxima!

No Amor Trino,

Marta Ferreira 

Senado de Porto Rico aprova Código Penal que proíbe o aborto


O Senado de Porto Rico aprovou na segunda-feira o projeto do novo Código Penal que mantém a proibição do aborto, e agora deverá ser enviado à Câmara de Representantes para ser debatido.

O projeto dispõe no artigo 99 que "toda mulher que busque de qualquer pessoa algum remédio, droga ou substância e tome, ou se submeta a qualquer operação ou a qualquer outra intervenção cirúrgica ou a qualquer outro meio, com o propósito de provocar um aborto, exceto o caso de que seja necessário para salvar sua saúde ou sua
vida, será sancionada com uma pena de reclusão por um termo fixo de dois anos".

Entretanto, os abortistas assinalam que o texto seria inconstitucional por estar em conflito com a sentença do Tribunal Supremo dos Estados Unidos no caso Roe versus Wade (1973), e do Tribunal Supremo de Porto Rico no caso do Povo versus Duarte (1980), nos quais o aborto foi despenalizado.

Conforme a imprensa local, se o projeto for aprovado pela Câmara de Representantes, seria enviado ao governador Luis Fortuño, que com sua assinatura o converteria em lei.

Fonte: ACI DIGITAL

Caros irmãos (ãs),

Bendito seja Deus por esta vitória em favor da vida. Que seja exemplo para os países que mediocremente atentam contra a vida, desde a concepção até o seu declínio natural.

Rezemos por nosso país!

Deus os abençoe!

Fabiano, Marta e Tobias

Catequese do Papa: o amor vence o mal


Queridos irmãos e irmãs:

Hoje, o cotidiano encontro da audiência geral assume um caráter particular, já que estamos na véspera do Dia de Reflexão, Diálogo e Oração pela Paz e a Justiça no mundo, que acontecerá amanhã em Assis, 25 anos depois do primeiro histórico encontro convocado pelo Beato João Paulo II. Eu quis dar e este encontro o título de “Peregrinos da verdade, peregrinos da paz”, para expressar o compromisso que queremos renovar solenemente, junto aos membros de diversas religiões, e também com homens não-crentes, mas que buscam com sinceridade a verdade, na promoção do verdadeiro bem comum da humanidade e na construção da paz. Como já tive a oportunidade de recordar, “quem está no caminho rumo a Deus não pode deixar de transmitir paz; quem constrói a paz não pode deixar de aproximar-se de Deus”.
Como cristãos, estamos convencidos de que a contribuição mais valiosa que podemos oferecer à causa da paz é a da oração. Por este motivo, nós nos encontramos hoje como Igreja de Roma, junto aos peregrinos presentes na Urbe, na escuta da Palavra de Deus, para invocar com fé o dom da paz. O Senhor pode iluminar a nossa mente e os nossos corações e guiar-nos para ser construtores de justiça e de reconciliação nas nossas realidades cotidianas e no mundo.
Na leitura do profeta Zacarias, que acabamos de escutar, ressoou um anúncio repleto de esperança e de luz (cf. Zc 9,10). Deus promete a salvação, convida a “alegrar-nos muito”, porque esta salvação se concretizou. Fala-se de um rei: “Agora o teu rei está chegando, justo e vitorioso” (v.9), mas o que é anunciado não é um rei que se apresenta com a potência humana, a força das armas; não é um rei que domina com o poder político e militar; é um rei manso, que reina com humildade e suavidade frente a Deus e aos homens, um rei diferente com relação aos grandes soberanos do mundo: “Vem montado num jumento, num burrico, filhote de jumenta”, diz o profeta (ibidem).

Manifesta-se cavalgando no animal das pessoas comuns, do pobre, em contraste com os carros de guerra dos exércitos dos potentes da terra. Inclusive é um rei que fará desaparecer tais carros, destruirá os arcos de batalha, anunciará a paz às nações (cf. v. 10).
Mas quem é este rei de que fala o profeta Zacarias? Vamos, por um momento, a Belém e escutemos de novo o que o anjo diz aos pastores que velam à noite, guardando o seu próprio rebanho. O anjo anuncia uma alegria que será a de todo o povo, vinculada a um sinal pobre: uma criança envolta em faixas e deitada numa manjedoura (cf. Lc 2,8-12). E a multidão celeste canta “Glória a Deus no mais alto dos céus, e na terra, paz aos que são do seu agrado!” (v. 14), aos homens de boa vontade. O nascimento daquele menino, que é Jesus, leva um anúncio de paz para o mundo inteiro. Mas vamos também aos momentos finais da vida de Cristo, quando entra em Jerusalém acolhido por uma multidão em festa. O anúncio do profeta Zacarias da vinda de um rei humilde e manso voltou à mente dos discípulos de Jesus de maneira especial, depois dos acontecimentos da paixão, morte e ressurreição, do mistério pascal, quando revisaram, com os olhos da fé, o feliz ingresso do Meste na Cidade Santa. Ele cavalgava sobre um burro emprestado (cf. Mt 21,2-7): não sobre uma rica carruagem, não a cavalo, como os grandes. Não entra em Jerusalém acompanhado de um potente exército de carros e cavaleiros. Era um rei pobre, o rei dos que são os pobres de Deus. No texto grego aparece o termo praeîs, que significa os mansos, os humildes; Jesus é o rei dos anawim, dos que têm o coração livre da ambição do poder e da riqueza material, da vontade e da busca do domínio sobre o outro. Jesus é o rei dos que têm essa liberdade interior que os torna capazes de superar a avidez, o egoísmo que há no mundo, e que sabem que só Deus é a sua riqueza.
Jesus é o rei pobre entre os pobres, manso entre os que querem ser mansos. Dessa maneira, Ele é o rei da paz, graças à potência de Deus, que é a potência do bem, a potência do amor. É um rei que fará desaparecer os carros e cavalos de batalha, que destroçará os arcos de guerra; um rei que leva a seu cumprimento a paz a partir da cruz, unindo a terra e o céu e colocando uma ponte fraterna entre os homens. A cruz é o novo arco de paz, sinal e instrumento de reconciliação, de perdão, de compreensão, sinal de que o amor é mais forte que toda violência, toda opressão, mais forte que a morte: o mal é vencido com o bem, com o amor. Este é o novo reino de paz no qual Cristo é o rei; e é um reino que se estende sobre toda a terra. O profeta Zacarias anuncia que este rei manso, pacífico dominará “de mar a mar e do rio até os confins da terra” (Zc 9,10). O reino que Cristo inaugura tem dimensões universais. O horizonte deste rei pobre, humilde, não é o de um território, de um Estado, mas dos confins do mundo; para além de toda barreira de etnia, língua, cultura, cria comunhão, cria unidade. E onde vemos realizar-se atualmente este anúncio? Na grande rede das comunidades eucarísticas, que se estende sobre toda a terra, reemerge luminosa a profecia de Zacarias. É um grande mosaico de comunidades nas quais se faz presente o sacrifício de amor deste rei manso e pacífico; é o grande mosaico que constitui o “Reino de paz” de Jesus de mar a mar, até os confins do mundo; é uma multidão de “ilhas de paz” que irradiam paz. Por todos os lados, em todas as realidades, em toda cultura, das grandes cidades, com seus edifícios, aos pequenos povoados, com as moradias humildes; das potentes catedrais às pequenas capelas. Ele vem e se faz presente; e, ao entrar em comunhão com Ele, também todos os homens se unem entre si em um único corpo, superando divisões, rivalidades, rancores. O Senhor vem na Eucaristia para tirar-nos do nosso individualismo, das nossas particularidades, que excluem os outros, para formar, conosco, um só corpo, um só reino de paz em um mundo dividido.

Mas como podemos construir este Reino de paz em que Cristo é o Rei? O mandamento que Ele deixa aos seus apóstolos e, por meio deles, a todos nós é: “Ide e fazei discípulos todos os povos (…) Eu estarei convosco até o fim do mundo” (Mt 28,19-20). Como Jesus, os mensageiros da paz do seu Reino devem colocar-se em caminho, devem responder ao seu convite. Devem ir, mas não com a potência da guerra ou com a força do poder. Na leitura do Evangelho que ouvimos, Jesus envia 72 discípulos à grande messe que é o mundo, convidando-os a rezar para que o Senhor da messe envie operários à sua messe (cf. Lc 10,1-3); mas não os envia com meios potentes, e sim “como cordeiros no meio de lobos” (v. 3), sem bolsa nem cajado, sem sandálias (cf. v. 4). São João Crisóstomo, em uma das suas homilias, comenta: “Sempre que formos cordeiros, venceremos e, ainda que estejamos cercados por muitos lobos, conseguiremos superá-los. Mas se nos tornarmos lobos, seremos derrotados, porque nos faltará a ajuda do Pastor” (Homilia 33, 1: PG 57, 389).

Os cristãos não devem ceder jamais à tentação de converter-se em lobos entre os lobos; o reino de paz de Cristo não se estende com o poder, com a força, com a violência, mas com o dom de si mesmo, com o amor levado ao extremo, também aos inimigos. Jesus não vence o mundo com a força das armas, mas com a força da cruz, que é a verdadeira garantia da vitória. E isso tem como consequência para quem quer ser discípulo do Senhor, seu enviado, o estar preparado para a paixão e para o martírio, para perder a própria vida por Ele, para que no mundo triunfe o bem, o amor, a paz. Esta é a condição para poder dizer, entrando em toda realidade: “Paz a esta casa” (Lc 10,5).
Na frente da Basília de São Pedro se encontram duas grandes estátuas dos santos Pedro e Paulo, facilmente identificáveis: São Pedro tem nas mãos as chaves; São Paulo, no entanto, tem nas mãos uma espada. Para quem não conhece a história deste último, poderia pensar que foi um grande general que conduziu potentes exércitos e que, com a espada, submeteu povos e nações, procurando a fama e a riqueza com o sangue dos outros. No entanto, é exatamente o contrário: a espada que tem nas mãos é o instrumento com que Paulo foi morto, com que sofreu o martírio e espalhou seu próprio sangue. Sua batalha não foi a da violência, da guerra, mas a do martírio por Cristo. Sua única arma foi o anúncio de “Jesus Cristo, e Cristo crucificado” (1Cor 2,2). Sua pregação não se baseou em “discursos persuasivos de sabedoria, mas na manifestação do Espírito e da sua potência” (v.4). Dedicou sua vida a levar a mensagem de reconciliação e de paz do Evangelho, gastando suas energias em fazê-lo ressoar até os confins da terra. E esta foi a sua força: não buscou uma vida tranquila, cômoda, longe das dificuldades, das contrariedades, mas se consumiu pelo Evangelho, doou-se sem reservas, e assim se tornou o grande mensageiro da paz e da reconciliação de Cristo. A espada que São Paulo tem nas mãos recorda também a potência da verdade, que às vezes pode ferir, pode causar dano; o Apóstolo permaneceu fiel a esta verdade, serviu-a, sofreu por ela, entregou sua vida por ela. Esta lógica também serve para nós, se quisermos ser portadores do reino de paz anunciado pelo profeta Zacarias e realizado por Cristo: devemos estar dispostos a pagar em primeira pessoa, a sofrer em primeira pessoa a incompreensão, a rejeição, a perseguição. Não é a espada do conquistador que constrói a paz, mas a espada do sofredor, daquele que sabe dar a própria vida.

Queridos irmãos e irmãs, como cristãos, queremos invocar de Deus o dom da paz; queremos pedir-lhe que nos converta em instrumentos da sua paz, em um mundo lacerado pelo ódio, pelas divisões, pelos egoísmos, pelas guerras; queremos pedir-lhe que o encontro de amanhã em Assis favoreça o diálogo entre as pessoas de diversa pertença religiosa e que leve um raio de luz capaz de iluminar a mente e o coração de todos os homens, para que o rancor dê lugar ao perdão, a divisão à reconciliação, ódio ao amor, a violência à mansidão, e no mundo reine a paz. Amém.

Espaço Cultural Rara Calma - 2ª Edição


Caros irmãos (ãs),

Que alegria poder compartilhar com vocês mais uma edição do Espaço Cultural Rara Calma. Um espaço onde estar conectados nas indicações de livros, cd's, dvd's e filmes que além de proporcionar um entretenimento saudável, alimenta nossa alma.
Acesse, comente, divulgue e evangelize!!!

Deus os abençoe!!

Fabiano, Marta e Tobias

SANTOS DE CALÇA JEANS

Se você é um jovem “parafuso de geléia”, aquele jovem que quando é apertado pela vida, pela facul, pelos amigos, pelos pais e pelo mundo, derrete-se todo e não consegue nunca se encaixar no lugar certo ou aguentar a pressão até que ela passe um pouco, sinto muito… Esquece! Este livro não é pra você!

Este livro é para quem acredita, como o Papa, que todo cristão deve buscar a Santidade. É para os jovens que acreditam que as palavras de Monsenhor Jonas Abib: “- Ou Santos, ou Santos!” são para eles e assumem isso pessoalmente!

Este livro começa a construir o roteiro de uma Revolução na sua vida… a verdadeira revolução, a Revolução Jesus! É um guia, são balizas colocadas ao longo do caminho pra te mostrar que você foi criado para ser Santo e que não é necessário deixar de ser alegre, amigo, antenado, conectado, curtir rock, esportes radicais, refri, enfim, NÃO É NECESSÁRIO DEIXAR DE SER JOVEM PARA SER SANTO! Aliás, é condição básica!

Fácil? Não é! Impossível? De modo algum! E é por isso que não é para um jovem qualquer…
Você se considera “um qualquer”???

Se não, se você é especial e tem consciência disso, se você sabe que cai mas nunca vai aceitar ficar no chão como um derrotado e “deixar rolar”, parabéns! Esta é a verdade que você precisa assumir hoje e começar a construir HOJE.

Por isso, EU TE DESAFIO!

Te desafio a construir a história de Amor e Felicidade Ilimitada que Deus tem pra você, começando pela leitura deste livro, a ser Santo de calça jeans e tênis.


THE FLANDERS - DVD DEUS É DEUS E VICE VERSA

Comemorando 10 anos de carreira, a banda de hardcore católico The Flanders lançou em 2011 o DVD “Deus é Deus e Vice-Versa”,pela gravadora Codimuc. Entre sucessos da banda, a inédita “Sempre” e participações especiais, a banda entra nessa nova fase com uma força inovadora ainda maior e deixa ainda mais clara a sua missão: levar a palavra de Deus às pessoas através de seu rock contagiante. Confira abaixo o nosso “faixa-a-faixa” do DVD (algo tradicional da nossa coluna) e uma entrevista bem legal com o Tchelão, vocalista do The Flanders.

O Show, gravado em Campinas (São Paulo) começa com a contagiante “Alice”, do CD “Reverso”. Logo depois, os sucessos “Beleza Interior”, “Barata Cascuda” e “Atiraram o pau no gato”. Letras irreverentes com mensagens legais que chegam aos jovens é marca registrada do grupo…“Tio Zé” é mais uma música que está no DVD que segue o estilo. Já em “Demasia” (com participação especial do Jonny, vocalista da banda Via33), uma frase em particular chamou demais a minha atenção quando escutei: “Os sentimentos bons não morrerão em mim…” – Isso é o que toda pessoa deveria fazer, pois os bons sentimentos são capazes de mover montanhas.

Logo em seguida, no show, a banda faz um medley com as músicas “A Festinha / Pamonha de Piracicaba / O Alienígena / Diolinda”. Depois, “Vinde a Mim”. Outra participação especial do DVD, Marcelo Mancini (vocalista da banda Strike) divide os vocais com Tchelão na música “Lembranças”, no qual Mancini também participou na versão que está no CD Reverso. Em “respostas”, a banda fala que apenas Deus pode fazer a gente viver algo diferente e nos tornar melhores…só Deus chega ao nosso coração com todas as respostas das dúvidas que adquirimos durante a vida. “Mais perto de você” é uma forma de dizer o quanto dependemos do amor do nosso Pai do Céu.  Logo depois, vem “Ao Acordar” e “Música Calma para Ouvidos Sensíveis”. A música inédita “Sempre” mostra que Deus sempre está com a gente…essa música mexeu demais comigo, em especial nesse trecho: “…E o teu olhar me fez acreditar/que lá dentro de mim ainda existe um lugar/longe dos medos sem as marcas./Pois só você me faz entender/Que não importa, o que digam pois eu sei/que nos momentos mais difíceis, você sempre esteve aqui…”.

Já na parte final do show, vem “Abril”, “Tudo”. Já em “Medley/Medley 2″, pra quem não percebeu são canções que são “clássicas” na música católica em formato hardcore, como: “Amar como Jesus amou, pensar como Jesus Pensou…” e “Mãezinha do Céu, eu não sei rezar…” entre outras. O Gran finale do show que está no DVD vem com “Hugo Losão”, “Reverso” e “Santo Anjo” (uma das minhas favoritas desde que conheci o trabalho do The Flanders). Energia, Musicalidade e Espiritualidade – essas três palavras resumem o DVD “Deus é Deus e vice-versa” pra quem assiste, assim como é o

The Flanders pra quem vê a banda ao vivo. E pra quem não sabe, ainda tem a participação do Francis Botene (tecladista do Anjos de Resgate) que participou de quase todas as músicas e, segundo a banda, ajudou com os arranjos das músicas acústicas.




PARA SALVAR UMA VIDA

Jake Talor é um jovem que tinha tudo: fama, uma bolsa de estudos pelo time de basquete e uma namorada, que era a garota mais desejada do colégio. O que poderia ser melhor? Por outro lado, Roger Dawson não tinha nada. Não tinha amigos nem esperança. Roger sempre era humilhado e deixado de lado. O que poderia ser pior?

Jake e Roger eram melhores amigos quando crianças, mas a popularidade de Jake os afastou pois Roger não era tão despojado quanto Jake. Roger não mais se adequava ao estilo de vida de Jake ou de qualquer outro grupo de pessoas. Para ele isto foi o fim do mundo e, escondida em sua mochila, estava uma arma que ele levou para a escola. Magoado com sua situação, Roger tomou uma trágica decisão – tirar a sua própria vida.

Jake, desesperado, não consegue impedir Roger e isto o faz sentir-se culpado e abalado em seu “mundo perfeito”. Algo então faz com que Jake veja a realidade de outra forma e o faz questionar o seu modo de viver. Jake não parava de se perguntar: Será que eu poderia ter salvo Roger? Buscando uma resposta para esta pergunta, Jake se depara com outro jovem desamparado e sozinho em seu caminho.

Jake então se aproxima deste jovem, mas teme que isto possa lhe custar seus amigos, sua namorada, seus sonhos e sua reputação. Jake chega à conclusão de que vale à pena pagar este preço para ter a resposta mais importante: o que eu realmente quero da minha vida?

 
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