Com muita alegria estivemos presentes na Coletiva de Imprensa do Bote Fé Fortaleza que aconteceu no dia 28 de fevereiro no Centro de Pastoral Maria Mãe da Igreja.
Na ocasião contamos com a presença de D. José Aparecido Tosi Marques (arcebispo de Fortaleza), Pe. Denys Lima (Com. Shalom e responsável pela peregrinação dos símbolos da JMJ no Regional Nordeste), Pe. Duarte (responsável pela peregrinação dos símbolos da JMJ na arquidiocese de Fortaleza) e Yuri Soares (universitário que esteve na JMJ Madri e se prepara para JMJ Rio2013).
Contamos também com a presença da imprensa local e da imprensa católica.
Foi um momento onde pudemos empreender nossos esforços para comunicarmos a alegria de ser de Deus, a expectativa de acolhermos e celebrarmos a chegada dos símbolos da JMJ.
Confira na íntegra como foi a coletiva de imprensa do Bote Fé Fortaleza:
Logo após a entrevista tivemos a gratificante oportunidade de compartilhar mais uma vez da presença de nosso querido arcebispo D. José Antônio respondendo as perguntas da imprensa.
Confira um pouco deste momento:
Reforçamos aqui nossa gratidão e nossas orações por todos aqueles que fazem e farão o BOTE FÉ Fortaleza acontecer:
_ CNBB
_ ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA
_ SETOR JUVENTUDE
_ PASTORAL DE COMUNICAÇÃO
_ TODAS AS PARÓQUIAS
_ TODAS AS EXPRESSÕES ECLESIAIS ENVOLVIDAS
_ PROJETO MARIA COM OS SACERDOTES
_ VOLUNTÁRIOS E COLABORADORES
_ INTERNAUTAS
_ E de modo muito, mais muito especial a VOCÊ que vai estar em sua paróquia aguardando a passagem dos símbolos da JMJ, que vai acompanhar a caminhada, que vai estar no Bote Fé, que vai vivenciar e compartilhar esta experiência de fé e amor.
Concluo partilhando um sentimento que veio ao meu coração desde o momento em que cheguei ao local da coletiva e que só foi reforçado e concretizado a cada instante ali vivenciado:
"A IGREJA É VIVA, A IGREJA É JOVEM. EU BOTO FÉ NA JUVENTUDE E NA IGREJA! QUE VENHA A CRUZ E A MÃE DE CRISTO. EIS-NOS AQUI!"
Deus os abençoe!
Fabiano, Marta e Tobias
Confira algumas imagens da coletiva de imprensa do BOTE FÉ FORTALEZA
O Pontifício Conselho para a Família, do Vaticano, em conjunto com a arquidiocese de Milão, na Itália, estão promovendo o 7º Encontro Mundial das Famílias, que acontecerá de 30 de maio a 3 de junho, em Milão. O tema deste encontro será “A Família: O trabalho e a festa”.
Todas as informações do Encontro Mundial das Famílias podem ser adquiridas no endereço eletrônico: www.family2012.com, que estão disponíveis em seis línguas, inclusive na língua portuguesa.
Estão previstos na programação do evento congressos, feiras literárias internacionais, debates, mesas redondas, missas e um encontro com o papa Bento XVI.
Em carta ao presidente do Pontifício Conselho para a Família, cardeal Ennio Antonelli, o papa Bento XVI destaca a preparação para o 7º Encontro Mundial das Famílias.
Leia a seguira íntegra da carta do Papa.
Venerado Irmão Cardeal Ennio Antonelli, presidente do Pontifício Conselho para a Família.
No encerramento do VI Encontro Mundial das Famílias, realizado na Cidade do México em Janeiro de 2009, anunciei que o próximo Encontro das famílias católicas do mundo inteiro com o Sucessor de Pedro teria lugar em Milão, no ano de 2012, sobre o tema: «A família: o trabalho e a festa». Desejando dar início agora à preparação deste importante acontecimento, é-me grato confirmar que, se Deus quiser, ele será realizado de 30 de Maio a 3 de Junho e, ao mesmo tempo, quero oferecer algumas indicações mais pormenorizadas a propósito da temática e das modalidades de realização.
O trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as suas escolhas, influenciam os relacionamentos entre os cônjuges, e entre os pais e os filhos, incidem sobre a relação da família com a sociedade em geral e com a Igreja. A Sagrada Escritura (cf. Gn cap. 1-2) diz-nos que a família e o trabalho constituem dádivas e bênçãos de Deus para nos ajudar a viver uma existência plenamente humana. A experiência quotidiana garante que o desenvolvimento autêntico da pessoa exige quer as dimensões individual, familiar e comunitária, quer as actividades e as relações funcionais, como também a abertura à esperança e ao Bem sem limites.
Infelizmente, nos nossos dias a organização do trabalho, pensada e levada a cabo em função da concorrência de mercado e do máximo lucro, e a concepção da festa como ocasião de evasão e de consumo, contribuem para desagregar a família e a comunidade, bem como para difundir um estilo de vida individualista. Por conseguinte, é necessário promover uma reflexão e um compromisso destinados a reconciliar as exigências e os tempos de trabalho com aqueles da família, recuperando assim o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, Páscoa semanal, dia do Senhor e do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade.
O próximo Encontro Mundial das Famílias constitui uma ocasião privilegiada para reconsiderar o trabalho e a festa, a perspectiva de uma família unida e aberta à vida, bem inserida na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade dos relacionamentos para além da economia do próprio núcleo familiar. Contudo, para que venha a ser autenticamente fecundo, o acontecimento não deveria permanecer isolado, mas inserir-se num adequado percurso de preparação eclesial e cultural. Portanto, formulo votos a fim de que já durante o ano de 2011, XXX aniversário da publicação da Exortação Apostólica Familiaris consortio, «magna charta» da pastoral familiar, possa ser empreendido um itinerário válido com iniciativas nos planos paroquial, diocesano e nacional, destinadas a salientar experiências de trabalho e de festa nos seus aspectos mais genuínos e positivos, com particular atenção à incidência sobre a vida concreta das famílias. Por isso, as famílias cristãs e as comunidades eclesiais do mundo inteiro sintam-se comprometidas e ponham-se com solicitude a caminho de «Milão 2012».
Como os precedentes, o VII Encontro mundial terá uma duração de cinco dias e culminará no final da tarde de sábado, com a «Festa dos Testemunhos» e na manhã de domingo, com a Missa solene. Estas duas celebrações, que serão por mim presididas, ver-nos-ão reunidos como «família de famílias». A realização global deste acontecimento será preparada de maneira a harmonizar inteiramente as várias dimensões: oração comunitária, reflexão teológica e pastoral, momentos de fraternidade e de intercâmbio entre as famílias hóspedes e as famílias do território, ressonância mediática.
O Senhor recompense desde já, com abundantes favores celestiais, a Arquidiocese ambrosiana pela generosa disponibilidade e pelo compromisso organizacional, posto ao serviço da Igreja universal e das famílias pertencentes a numerosas nações.
Enquanto invoco a intercessão da Sagrada Família de Nazaré, dedicada ao trabalho quotidiano e assídua nas celebrações festivas do seu povo, concedo de coração a Vossa Eminência, venerado Irmão, bem como aos Colaboradores, a Bênção Apostólica que, com especial afecto e de bom grado, estendo a todas as famílias comprometidas na preparação do grande Encontro de Milão.
O Papa Bento XVI ressaltou que o tempo da Quaresma é “propício para renovar e melhorar o equilíbrio do nosso relacionamento com Deus, por meio da oração cotidiana, os gestos de penitência e as obras de caridade fraterna”.
Em seu breve discurso prévio à oração do Ângelus, na Praça São Pedro frente a milhares de fiéis ali reunidos, o Santo Padre fez uma exortação a ter “a paciência e a humildade de seguir todos os dias o Senhor, aprendendo a construir a nossa vida não sem Ele ou como se Ele não existisse, mas Nele e com Ele, porque é a fonte da verdadeira vida.”. Bento XVI fez referência ao relato bíblico posterior ao batismo do Jesus no Jordão, quando fica no deserto durante quarenta dias.
“O que pode nos ensinar este episódio? Como lemos no livro Imitação de Cristo, “o homem nunca é totalmente livre da tentação, até o fim da vida... Mas com paciência e verdadeira humildade, se tornará mais forte do que qualquer inimigo’”.
O Papa assinalou que a seguir, “Jesus proclama que “o tempo se cumpriu e o reino de Deus está próximo” (Mc 1,15), anuncia que Nele acontece algo novo: Deus se fez homem, de modo inesperado, com uma proximidade única e concreta, plena de amor; Deus se encarna e entra no mundo como homem e traz para si o pecado, para vencer o mal e reconduzir o homem ao mundo de Deus”.
Para o Santo Padre, “este anúncio é acompanhado por uma exigência: corresponder a esse dom tão grande. Jesus, de fato, acrescenta: “convertei-vos e crede no evangelho”; é o convite a ter fé em Deus e a converter todos os dias nossa vida a Sua vontade, orientando, para o bem, cada ação nossa e cada pensamento”.
Bento XVI também encomendou o caminho quaresmal a Maria Santíssima, para contar com seu amparo "nos ajude a imprimir em nosso coração e em nossa vida a Palavra de Jesus Cristo, para convertermos a Ele”
Bento XVI torna-se hoje o sexto Papa mais velho dos últimos 700 anos, superando a idade do seu predecessor, João Paulo II, que faleceu aos 84 anos, no dia 2 de abril de 2005.
Segundo as estatísticas apresentadas pelo blog "Popes-and-papacy.com", o atual Papa foi o quinto mais velho a ser eleito nos últimos 500 anos: tinha 78 anos aquando do final do conclave, a 19 de abril de 2005.
O Papa mais velho da história foi Leão XIII, que faleceu com 93 anos no dia 20 de julho de 1903.
O segundo nesta lista é Inocêncio XII, que faleceu em 1740, aos 87 anos de idade.
Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn, diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de abril de 1927.
Mais de 500 lideres religiosos dos Estados Unidos assinaram a declaração com o título: “Inaceitável” (Unacceptable) na qual repulsam o mandato abortista da administração Obama que obriga os empregadores a pagar planos de saúde que cobrem a anticoncepção, a esterilização e pílulas abortivas.
A declaração que leva a assinatura de líderes de todo o território norte americano, critica também a tentativa de Barack Obama de "remendar" o mandato para fazê-lo mais “adequado” à liberdade religiosa.
Dentre os líderes que assinaram está o, recentemente criado Cardeal Timothy Dolan, Arcebispo de Nova Iorque e o Presidente da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), além de diversos líderes protestantes, ortodoxos, judeus, muçulmanos dentre outros, incluindo vários liberais e catedráticos.
O texto, divulgado pelo Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, aponta, dentre outras coisas, que a tentativa de “remendo” de Obama “não muda o conteúdo moral da proposta em nada e fracassa ao tentar revogar o assalto à liberdade religiosa e ao direito à objeção de consciência que originaram essa controvérsia.”
Segundo a norma modificada, "o governo ainda obriga as instituições religiosas e seus indivíduos a comprarem planos de saúde que incluem os mesmos serviços” que promovem a cultura de morte.
Os líderes lembram a necessidade de reverter esse mandato e reiteram à administração que as instituições religiosas “estão comprometidas em sua missão religiosa e como tais, gozam das proteções da Primeira Ementa” que garante a liberdade de culto.
A declaração foi redigida pela professora Mary Ann Glendon, da Escola de Leis da universidade de Harvard, o professor Robert P. George da Universidade de Princeton; Yuval Levin e Hertog Fellow do Ethics and Public Policy Center; o professor O. Carter Snead de Notre Dame; e John Garvey, Presidente da Catholic University of America.
Entre os assinantes estão o rabino David Novak da Universidade de Toronto, o catedrático muçulmano Shaykh Hamza Yusuf; o catedrático da Universidade de Chicago, Jean Bethke Elshtain;o famoso catedrático em liberdade Religiosa e conhecido litigante, Michael McConnell da Stanford Law School; e o Arcebispo Joseph Kurtz, Vice-presidente da USCCB.
Thomas Pangle da Universidade do Texas; o rabino Meir Soloveichik da Yeshiva University; o Arcebispo da Filadelfia, Dom Charles J. Chaput; o líder evangélico Charles Colson; o arcebispo Peter Akinola, ex-primaz anglicano da Nigéria; Paige Patterson, ex-presidente da Southern Baptist Convention; entre muitos outros também figuram como assinantes no documento.
Uma das etapas principais da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) é a acolhida aos peregrinos que virão de todas as partes do mundo. No segundo Domingo da Quaresma, este ano dia 4 de março, será lançada nas paróquias da Arquidiocese do Rio a Campanha de Hospedagem para a Jornada Mundial da Juventude Rio2013.
Para entender melhor o que é um hospedeiro e como acontecerá a campanha, a responsável pelo Setor de Hospedagem, irmã Graça Maria, CNSB, concedeu uma entrevista publicada no portal oficial da Jornada www.rio2013.com.
A campanha contará com uma mensagem tomada de uma frase da carta de S. Paulo aos Romanos:
“Amai-vos mutuamente com afeição terna e fraternal. Socorrei às necessidades dos fiéis. Esmerai-vos na prática da hospitalidade” (Rom 12, 10.13).
Em relação à hospedagem dos peregrinos para a JMJ Rio2013, Irmã Graça Maria disse que “As hospedagens serão em casas de família, paróquias, escolas públicas e particulares, ginásios poliesportivos, casas de festas, centros comunitários e outros locais que sejam seguros e cobertos para que o peregrino possa ser alojado para pernoite”.
Irmã Graça afirma ainda que “ao exercitar uma das obras de misericórdia: “dar pousada ao peregrino”, a família (que hospede jovens peregrinos) sentirá a alegria e a oportunidade de dar testemunho e vivenciar sua fé e o dinamismo dos jovens de outras cidades, países e até mesmo continentes”.
“O peregrino poderá experimentar essa caridade, virtude cristã, que ultrapassa todas as diferenças de cor, raça, cultura, povo e língua”, completou a Irmã.
Ao responder à pergunta “O que é preciso para ser um hospedeiro?”
Irmã Graça afirmou: “Nós estamos trabalhando com “carbono zero”. Isto significa que iremos centralizar nossos cadastros pelo portal: www.rio2013.com\pt\hospedagem. Porém, sabemos que para muitos isso poderá ser um impedimento, e por esta razão estão sendo montados plantões paroquiais para atenderem estas pessoas que querem ser família de acolhida e não tem acesso à internet”.
“Também aqueles que quiserem oferecer seus estabelecimentos poderão entrar em contato conosco pelo email: hosped@rio2013.com, informando o endereço do local bem como nome e telefone de contato para que possamos estar agendando uma visita e fazer posterior cadastro do mesmo”, acrescentou a religiosa.
A Irmã disse ainda que a distribuição dos peregrinos será feita por regiões linguísticas, e que o coordenador do Setor Hospedagem enviará as informações sobre a paróquia de sua acolhida, endereço, acesso, facilitando o peregrino sobre sua chegada e acolhida.
Irmã Graça explicou também que “o peregrino utilizará o alojamento e casas apenas para o pernoite e higiene pessoal, ficando o mesmo, durante todo o dia, em função das programações da JMJ Rio2013.
O alojamento é exclusivo para pernoite, permanecendo fechado durante o dia (refere-se a escolas, clubes, casas de festa, ou outros tipos de hospedagem que não sejam em casas de família)”.
Finalmente a Irmã afirmou que “caberá à Coordenação de Hospedagem solicitar ao Setor Voluntariado da paróquia uma equipe devidamente preparada para auxiliar os peregrinos”.
O presidente do Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), Cardeal Stanislaw Rylko, chegou ao Rio vindo de Roma na manhã desta segunda-feira, 27, acompanhado pelos membros dacomissão que estará em visita à cidade até sexta-feira, 2 de março. O PCL é o órgão responsável pela organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Vaticano.
O Cardeal e os demais membros da comissão, padre Eric Jacquinet, responsável pela Seção Jovem, Marcello Bedescci, presidente da Fundação João Paulo II para a Juventude e os padres João Chagas e Anísio José, scj, foram recebidos no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão- Tom Jobim), pelo presidente do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio 2013 e arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, pelos bispos auxiliares Dom Paulo Cezar Costa e Dom Antonio Augusto Dias Duarte e por alguns dos responsáveis pelos setores do COL. Do aeroporto o grupo seguiu para o Centro de Estudos do Sumaré, onde a comissão ficará hospedada.
Na chegada ao Sumaré o Cardeal Rylko falou que o Papa Bento XVI acompanha de perto os preparativos da JMJ e espera o engajamento de todos os jovens “nesta grande aventura da fé” que é a Jornada.
A visita
Os representantes do PCL, que é o Comitê Organizador Central da JMJ, participarão nestes dias de reuniões com os representantes do COL e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Entre as atividades previstas estão um encontro com o governador do Rio, Sérgio Cabral e com o prefeito da cidade, Eduardo Paes nesta terça-feira, 28. No mesmo dia acontecerá uma visita ao Centro de Operações da prefeitura do Rio e um encontro com os responsáveis por movimentos e novas comunidades.
No dia 29 a comissão do PCL visitará alguns locais cotados para receber as cerimônias com a presença do Papa Bento XVI durante a JMJ Rio2013, que acontecerá de 23 a 28 de julho de 2013.
Na data em que a cidade maravilhosa comemorará seus 447 anos de fundação, 1º de março, Cardeal Rylko presidirá pela manhã uma missa no Santuário Arquidiocesano do Cristo Redentor do Corcovado. À noite haverá o Encontro da Juventude, na Igreja de Sant’Ana, no Centro.
Encerrando a visita, no dia 2 de março haverá uma entrevista coletiva na sede da Arquidiocese do Rio, com Dom Orani e o Cardeal Rylko, às 11h.
A comissão organizadora da JMJ Rio 2013 convida toda juventude para estar em oração pela visita dos membros doPontifício Conselho para os Leigos.
A sessão que trata dos assuntos dos jovens deste dicastério veio direto do Vaticano para ver o andamento dos preparativos da Jornada Mundial da Juventude que pretende reunir quatro milhões de pessoas de todas as partes do mundo num encontro com o Papa Bento XVI na capital fluminense.
“Vamos aos pés de Jesus Sacramentado interceder pela Jornada Mundial da Juventude Rio2013”, exalta a comissão da JMJ 2013.
O encontro será nesta quinta-feira, 1º de março, às 19h30, na Igreja de Sant’Ana, que está localizada na Praça Cardeal Leme, 11, no centro da cidade.
O Cardeal Stanislaw Rylko, presidente deste pontifício conselho chega ao Rio de Janeiro nesta segunda-feira, 27. Ele ficará na cidade durante cinco dias, participando de reuniões com os representantes do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), além de um encontro com representantes de movimentos jovens e comunidades novas do Rio. Na programação, estão previstas visitas aos locais da cidade que poderão receber os eventos oficiais da JMJ Rio2013.
No dia 2 de março, às 11h, o Cardeal Rylko e o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, concederão uma entrevista coletiva sobre o balanço das atividades realizadas pela Comitiva do PCL durante a visita ao Rio. A coletiva será no edifício João Paulo II, na Glória.
Bendito seja Deus pelo dom da sua vida que hoje celebramos.
A vida é um presente de Deus para nós e o que fazemos com ela é o nosso presente para Deus. E que bom poder saber que a sua vida tem percorrido esta dinâmica.
Muitos são chamados a deixar tudo em favor da missão e isso é belíssimo em nossa caminhada. Mas há outros que são chamados a abraçar tudo e fazer deste tudo a sua missão.
Temos a alegria de reconhecer que você é missionário não só na música, mas sim que a música é uma extensão da missionariedade que você vivencia no seio da sua família, como pai, como esposo e como filho de Deus.
Deus em sua infinita bondade, pensou, teceu e constituiu o dom da sua vida.
E que bom poder reconhecer que sua resposta a este dom foi generosa.
Obrigado pelo seu sim ao chamado de Deus à constituir a banda Rosa de Saron. Obrigado pelo seu sim à evangelização, pelo seu sim à família.
Obrigado principalmente pelo seu carinho e atenção com cada fã. Obrigado por não olhar para uma multidão e ver somente um aglomerado de pessoas e sim cada um como alguém especial. Especial para a banda e principalmente para Deus.
O céu hoje está em festa e com certeza entoam um cântico de Rock, Fé e Poesia em homenagem a sua vida.
Nós também nos unimos ao céu e louvamos e bendizemos a Deus cantando:
Estamos lançando em nosso blog a página de EVENTOS 2012.
Aqui você poderá estar por dentro de todos os eventos que estarão acontecendo em Fortaleza e região.
Contamos com sua participação. Divulgue, anuncie, compartilhe e vamos evangelizar.
Neste Domingo, dia 26 de fevereiro, às 9h, será realizada a carreta Bote Fé Fortaleza, com muito carros, motos e trios elétricos. A carreata visa divulgar o evento e mobilizar a juventude de Fortaleza para o Bote Fé Fortaleza, que acontece no dia 03 de março no aterro da praia de Iracema. A saída será da Igreja de Nossa Senhora de Salete na rua José Façanha, 725, no bairro Bela Vista e o encerramento na Igreja Senhor do Bonfim, localizada na Rua Padre Anchieta, 400, no Monte Castelo.
De acordo com a organização, a carreata vai percorrer cerca de 8 Km e realizar paradas nas Paróquias de Santo Afonso, na Parquelandia e ainda na Paróquia de São Gerardo, no bairro São Gerardo. A animação ficará por conta das bandas Misericórdia e Canção, Mensageiros do Amor e Fanuel.
O Bote Fé Fortaleza acontece dia 03 de março no aterro da Praia de Iracema, a partir das 15h, a entrada é gratuita.
Mais informações sobre a carreta Bote Fé Fortaleza: (85) 3243.4740 / 3046.0548
Confira a programação da visita da Cruz Peregrina no Ceará e do Bote Fé Fortaleza:
Dia 1° de março Saída de Quixadá – 15h Chegada a Aquiraz – 16h30min Saída de Aquiraz – 19h30min Chegada ao Bom Jardim – 21h
Dia 2 de Março Chegada a Caucaia – 6h Saída para Canindé – 8h30min Chegada a Canindé – 10h Saída para a Região Serra – 12h Chegada à Região Serra – 15h Saída da Região Serra – 19h Chegada a Pajuçara – 21h
Dia 3 de março Chegada ao Centro Socio Educacional D. Aloísio – 7h Saída do Centro Socio Educacional D. Aloísio – 8h30min Chegada à Paróquia Senhor do Bonfim – 9h Saída para Santuário de Fátima – 11h30min Chegada ao Santuário de Fatima – 12h Saída do Santuário de Fátima – 15h30min Chegada ao Aterro da Praia de Iracema – 16h Entrada da Cruz e do Ícone – 17h Missa – 18h
Coroando a peregrinação dos símbolos da JMJ nas paróquias, centros de ressocialização e outras expressões eclesiais, a Arquidiocese de Fortaleza em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil -CNBB realizará o evento Bote Fé, dia 3 de março, às 15h, no aterro da Praia de Iracema.
O evento é gratuito e espera receber um público de 100 mil pessoas durante as atividades que consta de shows com Zé Vicente, Comunidade Recado, Suely Façanha, Missionário Shalom, Ir. Kelly Patrícia e banda Dominus direto de Belo Horizonte. Haverá também a celebração de acolhida da Cruz da JMJ e do Ícone de Nossa Senhora e celebração eucarística presidida pelo arcebispo de Fortaleza Dom José Antonio Tosi Aparecido Marques, bispos auxiliares e dezenas de sacerdotes da arquidiocese de Fortaleza.
Todos os movimentos católicos que trabalham com a evangelização da juventude em Fortaleza estão engajados na preparação e realização do Bote Fé. Depois de Fortaleza os símbolos da JMJ seguem para a Diocese de Crateús
SERVIÇO:
Bote Fé Fortaleza
Acontecerá dia 3 de março, no aterro da Praia de Iracema, a partir das 15h com entrada franca.
Atrações: Comunidade Recado, Zé Vicente, Ir. Kelly Patrícia, Missionário Shalom, participação especial de Suely Façanha e banda Dominus.
O Papa Bento XVI, com ocasião do início da Campanha da Fraternidade 2012, enviou uma carta alentando os bispos e os fiéis a “um maior espírito fraterno e comunitário na atenção dos enfermos e levar a sociedade a garantir a mais pessoas o direito de ter acesso aos meios necessários para uma vida saudável”.
“Para os cristãos, de modo particular, o lema bíblico é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem-estar corporal. No episódio da cura de um paralítico (cf. Mi_ 9, 2-8), Jesus, antes de fazer com que esse voltasse a andar, perdoa-lhe os pecados, ensinando que a cura perfeita é o perdão dos pecados, e a saúde por excelência é a da alma, pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua alma?»”, ressalta o Papa em sua missiva, enviada ao presidente da CNBB Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida (SP).
“Com efeito, as palavras saúde e salvação têm origem no mesmo termo latino ‘salus' e não por outra razão, nos Evangelhos, vemos a ação do Salvador da humanidade associada a diversas curas: “Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo o tipo de doença e enfermidades do povo””.
“Com o seu exemplo diante dos olhos, segundo o verdadeiro espírito quaresmal, possa esta Campanha inspirar no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade urna solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono do que pela doença, lembrando que o próprio Jesus quis Se identificar com eles”, alentou o Papa.
O Papa também pede que durante a quaresma os fiéis possam ajudar os doentes “ao mesmo tempo a descobrir que se, por um lado, a doença é prova dolorosa, por outro, pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento d'Ele para a salvação do mundo”.
“Saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha «Fraternidade e Saúde Pública», invocando — pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida — para todos, mas de modo especial para os doentes, o conforto e a fortaleza de Deus no cumprimento do dever de estado, individual, familiar e social, fonte de saúde e progresso do Brasil, tornando-se fértil na santidade, próspero na economia, justo na participação das riquezas, alegre no serviço público, equânime no poder e fraterno no desenvolvimento, E, para confirmar-lhes nestes bons propósitos, envio uma propiciadora Bênção Apostólica”, conclui a mensagem do Santo Padre.
Neste dia (22), Quarta-feira de Cinzas, começou a Quaresma, tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade. A CF, como é conhecida, está na sua 49ª edição, é realizada todos os anos e seu principal objetivo é despertar a solidariedade das pessoas em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos e apontando soluções. Neste ano de 2012 a Campanha da Fraternidade destaca a saúde pública e suas variantes. Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8); a CF de 2012 tentará refletir o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precarização de condições dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.
A CF é uma campanha conhecida em todo o país e reconhecida internacionalmente. Mas você sabe quando ela começou? Quem foram os seus criadores? A primeira Campanha da Fraternidade foi idealizada no dia 26 de dezembro de 1963, sob influencia do espírito do Concílio Vaticano II.
Antes disso, o primeiro movimento regional, que foi uma espécie de embrião para a criação do atual modelo da “Campanha da Fraternidade”, foi realizado em Natal (RN), no dia 8 de abril de 1962, por iniciativa do então Administrador Apostólico da Natal, dom Eugênio de Araújo Sales, de seu irmão, à época padre, Heitor de Araújo Sales e de Otto Santana, também padre. Esta campanha tinha como objetivo fazer “uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese, aos moldes de campanhas promovidas pela instituição alemã Misereor”, explicou dom Eugênio Sales, em entrevista a arquidiocese de Natal, em 2009. A comunidade de Timbó, no Município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu pela primeira vez.
“Quando no começo de 1960, eu estava concluindo meu trabalho de doutorado em Direito Canônico na Universidade Lateranense, em Roma, fui para a Alemanha onde tinha mais tranquilidade para o que desejava. Ali pude acompanhar a Campanha Quaresmal daquele ano para recolher o fruto dos sacrifícios em benefício dos povos que sofriam fome, como eles mesmos tinham sofrido 15 anos antes, logo depois da Segunda Guerra Mundial. O material para informação (homilias, boletins paroquiais, etc.) continha reflexões muito profundas. Trouxe para o Brasil todo o material para que pudéssemos adaptar aqui.
Dom Eugenio Sales numa reunião do clero lançou a ideia. Foi feita uma lista e nomes, no fim venceu o nome "Campanha da Fraternidade". Ficamos satisfeitos com o nome, mas nunca imaginávamos que aquela pequena semente se transformasse no que é hoje”, disse o arcebispo emérito de Natal, dom Heitor de Araújo Sales.
“Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe. Não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever, um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”, disse dom Eugênio Sales, no ato de lançamento da campanha, em Timbó (RN).
Segundo dom Heitor, o papa João XXIII tinha lançado a ideia de que católicos de países ricos pudessem dar um pouco de suas vidas para ajudar na evangelização de outras terras. Chamavam-se "Voluntários do Papa". Assim vieram para cá missionários leigos dos Estados Unidos (EUA) e de outros lugares. Eles também ajudaram no começo da Campanha.
A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Naquela época envolvidos pelo Concílio Vaticano II, os demais bispos brasileiros fizeram o lançamento do Projeto da Campanha da Fraternidade para todo o Brasil. Dessa forma, na Quaresma de 1964 foi realizada a primeira Campanha em âmbito nacional. Desde então, até os dias atuais, a CF é realizada em todos os recantos do Brasil.
Em 20 de dezembro de 1964, os bispos brasileiros que participavam do Concílio Ecumênico Vaticano II, em Roma, aprovaram o fundamento inicial da mesma, intitulado “Campanha da Fraternidade – Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma”. Em 1965, tanto a Cáritas quanto Campanha da Fraternidade foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A partir de então que a Conferência dos Bispos Brasileiros passou a assumir a Campanha da Fraternidade. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF.
“Naquela época, a Igreja se voltava a si, preocupada com a implantação do Concílio Vaticano II e em renovar as suas estruturas conforme as indicações conciliares. Daí surgiu a Campanha da Fraternidade. Ela, inicialmente se prestou a este objetivo. No entanto, a CF contribuiu na superação da dicotomia ‘Fé e Vida’, que, imbuída do espírito Quaresmal quer modificar a situação do fiel, em prol da vida e da justiça”, explicou o atual secretário executivo da Campanha da Fraternidade da CNBB, padre Luiz Carlos Dias.
Em 1967, começou a ser redigido um subsídio para a CF auxiliando assim as dioceses e paróquias de todo o país. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da Campanha da Fraternidade.
Em 1970, a Campanha ganhou um especial e significativo apoio, uma mensagem do papa Paulo VI para o dia do lançamento da Campanha, o que virou uma tradição entre os papas.
A partir de uma análise dos temas abordados a cada ano, a história da Campanha da Fraternidade pode ser dividida em três fases distintas: de 1964 a 1972, os temas refletem um olhar voltado para a renovação interna da Igreja, provavelmente sob o influxo das reformas propostas pelo Concílio Vaticano II; de 1973 a 1984, aparece na Campanha a preocupação da Igreja com a realidade social do povo brasileiro, refletindo influências do Vaticano II e das Conferências Episcopais de Medelín e Puebla, sem deixar de lado a questão política nacional, que vivia uma de suas mais terríveis fases: a ditadura militar. A terceira fase, a partir de 1985, reflete situações existenciais dos brasileiros.
Ao longo da história, as Campanhas abordaram questões do compromisso cristão na sociedade. Em alguns casos, as essas questões discutidas geraram o surgimento de Pastorais ou serviços no seio da Igreja. Foram levantados e debatidos temas como, em 1985, a questão da fome; em 1986, o problema fundiário; em 1987, o tratamento do poder público para com o menor. Em 1988, a campanha apelou por uma adesão a Jesus Cristo; em 1989, conclamou o povo a assumir uma postura crítica frente aos meios de comunicação social; em 1990, abordou a questão do gênero, chamando a atenção para a igualdade do homem e da mulher, diante de Deus; em 1999, chamou a sociedade e o poder público para discutir o problema do desemprego; em 2000, convidou as igrejas cristãs e a sociedade a lutarem pela promoção de vida digna para todos. Em 2001, levantou o problema das drogas e as consequências na vida das pessoas; em 2008, propôs o debate sobre a defesa da vida; em 2011, falou sobre a vida no planeta.
Neste ano de 2012, a saúde pública será o foco das discussões. De acordo com o arcebispo de Ribeirão Preto, dom Joviano de Lima Junior, a saúde é “dom de Deus” e, enquanto tal é um direito que além de ser preservado, precisa ser conquistado. “Além disso, pensemos na importância da alimentação e da preservação do ambiente. Porém, não podemos nos esquecer das estruturas insuficientes dos hospitais e dos postos de saúde”, disse.
Em 2013, o tema da CF será Fraternidade e Juventude e o lema, “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8).
“Por masturbação se deve entender a excitação voluntária dos órgãos genitais, a fim de conseguir um prazer venéreo. Na linha da tradição constante, tanto o magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmaram sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado” (CIC 2352)
Já a “pornografia consiste em retirar os atos sexuais, reais ou simulados, da intimidade dos parceiros para exibi-los a terceiros de maneira deliberada. Ela ofende a castidade porque desnatura o ato conjugal, doação íntima dos esposos entre si. Atenta gravemente contra a dignidade daqueles que a praticam (atores, comerciantes público), porque cada um se torna para o outro objeto de um prazer rudimentar e de um proveito ilícito. Mergulha uns e outros na ilusão de um mundo artificial. É uma falta grave.” (CIC 2354)
A mentalidade moderna prega que o homem deve satisfazer todos os seus instintos sexuais. O homem é empurrado para as práticas hedonistas. Há um bombardeio da mídia, da internet para que cada mais o ser humano consuma pornografia e entregue-se a todos tipo de prazer sexual. Cada vez mais o homem é levado a crer que a castidade é algo impossível de ser vivido, inatingível. Homens, mulheres, jovens e até crianças não acreditam mais na amizade entre a Criação e Deus. Por isso, entregam-se ao prazer desenfreado – aprendem até mesmo na escola – e são estimulados a práticas cada vez mais degradantes, indignas e vazias de satisfação sexual.
Na verdade, não existe satisfação, mas tão somente um desespero. Uma busca desenfreada por algo que aquele que tem fé, aquele que crê na castidade, aquele que crê no Amor sabe que só será saciada quando a alma se encontrar com Deus. Quando repousar no Criador toda angústia, toda desesperança será esquecida pela presença daquele que é o Sumo Bem, o Amor.
Portanto, embora sejam situações diferentes, tanto a masturbação quanto a pornografia são intrinsecamente más, ou seja, não existe justificativa para a prática delas. Mas, o que dizer de quem as pratica? A pessoa que é contumaz nessas práticas tem sua liberdade plena? O que a Igreja orienta ao viciado na masturbação e na pornografia como terapia?
O Presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, informou que desde hoje e pelos próximos 40 dias, a conta do Twitter @Pope2YouVatican oferecerá um "tweet" (mensagem breve) do Papa Bento XVI sobre a Quaresma.
Desta maneira, os seguidores de @Pope2YouVatican receberão ao todo 40 "tweets", um por cada dia deste tempo litúrgico.
Na iniciativa também participa o Pontifício Conselho Cor Unum. Os dicasterios explicaram que através desta nova iniciativa os usuários do Twitter "poderão receber diretamente as palavras do Papa em seus computadores, smartphones, e tablets, mas sobretudo, poderão difundir à sua vez, entre seus contatos e amigos mensagens com um forte conteúdo existencial".
Em uma entrevista concedida à Rádio Vaticano, Dom Celli assinalou que a iniciativa está destinada principalmente aos jovens e está ligada ao site Pope2you.net, que desde ano 2009 "tem como finalidade principal fazer o Papa conhecido entre os jovens: um Papa que acolhe, amável, que deseja encontrar os homens lá onde estejam".
Além disso, o arcebispo explicou que também propuseram ao Papa abrir um canal no Youtube sobre o Vaticano e ele aceitou em seguida, "é interessante como um Papa que a primeira vista não parece mediático como o seu predecessor, o Beato João Paulo II, que é mais um Papa reservado, entendeu em seguida que a comunicação hoje em dia através das novas tecnologias pode ter uma grande ressonância", considerou.
"Nosso desejo era fazer que utilizando as novas tecnologias, a Mensagem do papa para a Quaresma pudesse ressoar amplamente, chegar ao coração dos jovens, e frutificar em seus corações". Para isso, "escolhemos pequenas frases, ou ‘tweets’ como sabemos, de 140 caracteres".
No Pontifício Conselho "acreditam que os jovens têm uma capacidade de ressonância muito grande; o ‘tweet’ pode ser reformulado, distribuído, relançado, espalhado…E então, diria que isto reclama a imagem do Evangelho: o pequeno grão de mostarda que espalhado no terreno produz arbustos onde também os pássaros do céu podem descansar", expressou.
Dom Celli assinalou também que através do Twitter "estas palavras podem chegar ao coração de muitas pessoas que normalmente possivelmente longínquas, e que talvez nunca leriam um discurso do Papa".
"É uma nova forma de estar presentes no mundo da comunicação, espero que –a iniciativa-, seja
Adentramos o tempo da Quaresma. Bendito seja Deus que nos dá a oportunidade de trilharmos este caminho de amor, renúncia e decisão.
Desejamos aos nossos queridos leitores, seguidores, amigos e irmãos que este tempo seja um tempo de muita graça e fecundidade em vossas vidas, em vossas casas e famílias.
Somos chamados neste tempo a abraçar toda a espiritualidade que irá nos conduzir com Jesus ao deserto para lá sermos purificados, amados e renovados em nossa fé e disposição de evangelizar e amar os irmãos.
Possamos nos aproximar com redobrado ardor das orientações da Igreja para este tempo, praticando o jejum, mergulhando na oração e deixando que a caridade seja resplandecente em nossas vidas.
Não tenham medo de adentrar no deserto, pois com Jesus, o deserto não é solidão e sim o tempo favorável da graça acontecer em nós e a partir de nós, acontecer na vida do outro, um verdadeiro Kairós.
Deus os abençoe e tenham uma santa quaresma. Que possamos seguir os passos de Jesus, para que sofrendo com Ele possamos também com Ele ressuscitarmos.
Com a Celebração das Cinzas, na Quarta-feira de Cinzas, damos início à Quaresma, tempo forte de oração, penitência e jejum. É o tempo forte de conversão do coração humano diante das necessidades dos outros.
Como o próprio nome no-lo diz, são quarenta dias de penitência, os quais nos preparam para a celebração da vitória final da graça sobre o pecado e da vida sobre a morte. Durante estes dias, a nossa oração se torna mais intensa e a penitência mais acentuada. É um período especial de retorno a Deus, de conversão e de abertura aos outros.
A cerimônia de Imposição das Cinzas nos recorda que nossa vida na terra é passageira, que algum dia vamos morrer e que o nosso corpo vai se converter em pó e que a vida definitiva se encontra no céu. Ensina-nos ainda que os céus e a terra hão de passar um dia. Em troca, todo o bem que tenhamos realizado em nossa vida nós vamos levá-lo à eternidade. Ao final da nossa vida, só levaremos aquilo que tenhamos feito por Deus e por nossos irmãos.
As cinzas são um sacramental, o qual não nos tira os pecados, mas nos relembra a nossa condição de miseráveis, de frágeis e pecadores. E assim, reconhecendo a nossa situação, recorremos ao sacramento da reconciliação. É um sinal de arrependimento, de penitência, mas sobretudo, de conversão.
Com essa celebração, damos início à nossa caminhada com Cristo do Jardim das Oliveiras até o triunfo na manhã do primeiro dia da semana, que é o Domingo da Ressurreição.
Quaresma é realmente um tempo de reflexão em nossa vida, de entender aonde vamos, de analisar como está nosso comportamento com nossa família – o marido, a esposa, os filhos, os pais – e todos os que nos rodeiam.
O Evangelho de hoje nos ajuda a entendermos como praticar as três obras de penitência – oração, esmola e jejum – e como viver bem o tempo quaresmal.
Jesus fala das três obras de piedade dos judeus: a esmola, o jejum e a oração. E faz uma crítica pelo fato de que eles as praticam para ser vistos pelos outros.
O segredo para o efeito é a atenção para que não sejamos como os fariseus hipócritas: “Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus” (Mt 6,1).
Para Jesus é preciso criar uma nova relação com Deus. Ao mesmo tempo, Cristo nos oferece um caminho de acesso ao coração do Pai. Para Ele, a justiça consiste em conseguir o lugar onde Deus nos quer. O caminho para chegar ali está expresso na Lei de Deus: “Se a vossa justiça não superar a justiça dos doutores da Lei e dos fariseus, não entrareis no Reino dos Céus”.
Como foi dito anteriormente, este é um tempo de oração que se caracteriza por uma relação de aliança entre Deus e o homem em Cristo. Este encontro com Cristo não se exprime apenas em pedidos de ajuda, mas também em louvor, ação de graças, escuta e contemplação.
Rezar é confiar no Senhor que nos ama e corresponder ao Seu amor incondicional. Por sua vez, a oração penitencial privilegia o agradecimento da misericórdia de Deus e prepara o coração para o perdão e para a reconciliação.
É tempo da prática do jejum. O jejum tem certamente também uma dimensão física, como a privação voluntária de alimentos, além da espiritual. O que jejuamos deve ser partilhado, ou seja, entregue aos nossos irmãos que passam fome. É sobretudo a privação do pecado. O jejum é sinal do combate contra o espírito do mal. O modelo deste combate é Cristo, que foi tentado pelo maligno muitas vezes para que cedesse ao sucesso, ao domínio e à riqueza. No entanto, a Sua vitória sobre todo o mal, que oprime o homem, inaugurou um tempo novo, um Reino de justiça, verdade, paz, amor e partilha.
A experiência do jejum exterior e interior favorece a opção pelo essencial. No nosso tempo, o jejum tornou-se uma prática habitual. Alguns jejuam por razões dietéticas e estéticas. O jejum cristão não tem uma dimensão dietética ou estética como é prática nos nossos dias, mas sim uma referência cristológica e solidária com os nossos irmãos e irmãs excluídos da sociedade por causa de diversas condições: raça, religião, cor, tribo, língua, entre outros.
Como Cristo e com Cristo jejuamos para ser mais solidários e abertos ao outro. Sob várias formas podemos jejuar, como por exemplo, o jejum midiático da televisão, da internet, do celular, da língua, etc.; para redescobrirmos a beleza do diálogo em família, da partilha de interesses, do encontro e da comunhão com os irmãos.
Quando vivemos bem o jejum nos convertemos em seres solidários, pessoas que partilham tudo entre todos. Ninguém chamará de “seu” o que possui. Em outras palavras, atualizaremos os Atos dos Apóstolos 2,42, que é a essência do Cristianismo. A relação dinâmica entre o amor e a adesão a Cristo faz do gesto de ajuda – expresso na esmola – uma partilha fraterna e não algo humilhante.
Quaresma é tempo de dar esmola. E esta nos ajuda a vencer a incessante tentação do egoísmo, educando-nos para irmos ao encontro das necessidades do próximo e partilhar com os outros aquilo que, por bondade divina, possuímos. Tal é a finalidade das coletas especiais para os pobres que são promovidas em muitas partes do mundo durante o período quaresmal. Desta forma, a purificação interior é confirmada por um gesto de comunhão eclesial, como acontecia já na Igreja primitiva.
Hoje a oração, o jejum e a esmola não perderam a atualidade e continuam a ser propostos como instrumentos de conversão. A estes meios clássicos podemos acrescentar outros, em ordem a melhorar a relação com Deus, com nós mesmos e com os outros.
E o maior dentre eles é o amor. O amor é criativo e encontra formas sempre novas de viver a fraternidade. Permite-nos que contribuamos para a sinceridade do coração e a coerência das atitudes no caminho da paz. Faz-nos evitar a crítica maldizente, os preconceitos e os juízos sobre os outros, favorece a autenticidade da vida cristã. E tem como obstáculos a ser vencidos o egoísmo e o orgulho que impedem a generosidade do coração.
Estamos hoje diante de um convite veemente: CONVERTEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO. O Evangelho é o próprio Cristo, que nos convida à conversão interior e à mudança de mentalidade para acolher o Reino de Deus e para anunciar a Boa Nova.